Sobre a beleza de Sílvio Coelho dos Santos

Rafael José de Menezes Bastos

Resumo


Conheci Sílvio, se não me falha a memona, em 1978 Eu trabalhava na Fundação Nacional do índio (Funai) desde 1975, que vivia a sua Primavera de Praga, sob a presidência do General Isrnarth de Araujo Oliveira l Eu havia sido indicado pelo Gal Ismarth para ocupar a posição de representante da FUNAI no Projeto Uruguai Os Barramentos e os índios, coordenado por Silvio O projeto envolvia a Universidade Federal de Santa Catarina, a Eletrosul Centrais Eletricas S A, e a Funai Pioneiramente — e não somente no Brasil —, ele tinha como objeto os impactos socioculturais e ambientais sobre as terras e sociedades indígenas provocados pela construção dos barramentos então planejados pela Eletrosul no curso do Rio Uruguai Ah começaram minhas relações com Silvio — e com Florianópolis — sob o signo de uma imensa e duradoura admiração Naquela posição, lembro-me que vim a Florianópolis umas duas vezes — quando em definitivo me encantei com a cidade — Sílvio tendo ido a Funai em Brasília mais ou menos o mesmo numero de ocasiões.


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DOI: https://doi.org/10.5007/2175-8034.2008v10n1p322

Ilha R. Antr., Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC,  Florianópolis, SC, Brasil, ISSNe 2175-8034