Falar-fazer antropologia: uma experimentação etnográfica do corpo na capoeira Angola

Autores

  • Heloisa Corrêa Gravina Universidade Luterana do Brasil

DOI:

https://doi.org/10.5007/2175-8034.2011v13n1-2p113

Resumo

Neste artigo, busco uma restauração performática de minha apresentação no II Colóquio Antropologias em Performance, organizado pelo Grupo de Estudos em Oralidade e Performance (UFSC). Na apresentação, trouxe a questão metodológica que orientou minha pesquisa de doutorado: a interlocução entre os saberes, técnicas e procedimentos antropológicos e os da dança, na relação com o campo empírico da capoeira Angola. Através do procedimento conhecido em dança como falar-fazer, coloquei a questão 'em cena', destacando o aspecto performativo da construção do conhecimento, e sua dimensão corporal. Naquele momento, perguntava: quais formas podemos adotar para falar de performance, uma vez que assumimos que, a partir desse paradigma, forma e conteúdo se constituem mutuamente? Agora, ao reencenar textualmente as falas, gestos, sonoridades e movimentos que compuseram minha apresentação (e o debate que se seguiu), acrescento: quais formas adotamos para escrever sobre (e a partir da) performance?

 

Biografia do Autor

Heloisa Corrêa Gravina, Universidade Luterana do Brasil

Bailarina e antropóloga, Doutora em Antropologia Social (PPGAS/UFRGS), professora no Curso de Licenciatura em Dança (ULBRA).

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Publicado

2012-12-03

Como Citar

GRAVINA, Heloisa Corrêa. Falar-fazer antropologia: uma experimentação etnográfica do corpo na capoeira Angola. Ilha Revista de Antropologia, Florianópolis, v. 13, n. 1,2, p. 113–137, 2012. DOI: 10.5007/2175-8034.2011v13n1-2p113. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/ilha/article/view/2175-8034.2011v13n1-2p113. Acesso em: 22 abr. 2024.

Edição

Seção

Dossiê Antropologias em Performance II (primeira parte)