El Circo de Buenos Aires y sus Prácticas: definiciones en disputa

Autores

  • Julieta Lorena Infantino Sección de Antropología Social, Instituto de Ciencias Antropológicas, Facultad de Filosofía y Letras, Universidad de Buenos Aires/CONICET.

DOI:

https://doi.org/10.5007/2175-8034.2013v15n1-2p277

Resumo

O objetivo deste trabalho é analisar a disputa sobre a definição do gênero circo no processo de revitalização dessa arte na cidade de Buenos Aires, Argentina, durante o período compreendido entre a pós-ditadura e o contexto contemporâneo (1983-2013). As discussões sobre a forma de pensar essas artes se traduzem em dicotomias como popular/refinado, contemporâneo/tradicional, transgressor/legitimado. As mesmas são apressentadas a partir de noções artísticas, estéticas, políticas e  ideológicas diferenciais. No nosso caso, o gênero artístico, e seu potencial de inovação, constitui uma areia de disputa para a construção de identidades. O debate é caraterizado pelo potencial de gerar variantes ou estilos específicos a partir dos recursos de comunicação utilizados, bem como expandir o alcance das menssagens. Problematizaremos dissidências artístico-estilísticas estudando

as manipulações de formas genéricas tradicionais e os debates ante a legitimação dessas artes que, historicamente, têm sido desvalorizadas de cânones hegemônicos de valor artístico.

Biografia do Autor

Julieta Lorena Infantino, Sección de Antropología Social, Instituto de Ciencias Antropológicas, Facultad de Filosofía y Letras, Universidad de Buenos Aires/CONICET.

Docente del Departamento de Ciencias Antropológicas, Facultad de Filosofía y Letras, Universidad de Buenos Aires. Investigadora Asistente CONICET (Consejo Nacional de Investigaciones Cieníficas y Técnicas).

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Publicado

2013-12-22

Como Citar

INFANTINO, Julieta Lorena. El Circo de Buenos Aires y sus Prácticas: definiciones en disputa. Ilha Revista de Antropologia, Florianópolis, v. 15, n. 1,2, p. 277–309, 2013. DOI: 10.5007/2175-8034.2013v15n1-2p277. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/ilha/article/view/2175-8034.2013v15n1-2p277. Acesso em: 14 jul. 2024.

Edição

Seção

NÚMERO 2: Artigos