Antropologia e Não Modernidade: até que a ciência as separe

Autores

  • Guilherme José da Silva e Sá Universidade de Brasília (UnB), Brasília, Brasil

DOI:

https://doi.org/10.5007/2175-8034.2015v17n2p31

Palavras-chave:

Simetria, Teoria Ator-Rede, Lendas, Ciência

Resumo

O artigo propõe uma crítica sobre a forma como a ideia de simetria tem sido acionada pela produção em antropologia da ciência brasileira. Seus vínculos promovem associações à terminologia da ANT que pouco representam esforços efetivos de implementação do projeto proposto por Bruno Latour (1994). A partir dessa análise são sugeridas bases para um protocolo de estudos antropológicos sobre as ciências que considerem a especificidade do estatuto da (não) modernidade no Brasil.

Biografia do Autor

Guilherme José da Silva e Sá, Universidade de Brasília (UnB), Brasília, Brasil

Guilherme José da Silva e Sá é bacharel em Ciências Sociais graduado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, mestre e doutor em Antropologia Social pelo Programa de Pós-graduação em Antropologia Social / Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro. É professor adjunto IV e pesquisador do Departamento de Antropologia da Universidade de Brasília, no qual é líder do grupo de pesquisa Laboratório de Antropologia da Ciência e da Técnica (LACT) - UnB/CNPq. Foi pesquisador convidado no Laboratoire dAnthropologie Sociale / Collège de France, Paris, durante o ano de 2014. Atualmente é coordenador do curso de graduação em Antropologia (bacharelado) da Universidade de Brasília. Vice-presidente da Associação Brasileira de Estudos Sociais das Ciências e das Tecnologias (Esocite-Br). É sócio efetivo da Associação Brasileira de Antropologia e é sócio fundador da ESOCITE-BR (Associação Brasileira de Estudos Sociais das Ciências e das Tecnologias). Sócio da AIBR (Antropólogos Iberoamericanos en Red) e da SIEF (Société Internationale d´Ethnologie et de Folklore). Publicou: No Mesmo Galho: antropologia de coletivos humanos e animais. Rio e Janeiro: 7Letras, 2013  (Prêmio Marcel Roche de melhor obra científica latino-americana de CTS, 2014). Atua na área de Antropologia, com ênfase em Antropologia da Ciência e Tecnologia, relações entre naturezas e culturas e relações entre humanos e não humanos. Tem interesse pelos temas: Antropologia Social, Antropologia da Ciência e Tecnologia, Antropologia dos coletivos, Relações entre humanos e animais, Natureza e Cultura, Etologia, Intersubjetividade, Antropologia de Experiências Extraordinárias e Determinismos.

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Publicado

2015-12-27

Edição

Seção

NÚMERO 2: Artigos