De dissonâncias e traduções: territorialidades e gestões no alto rio Negro.

Aline Fonseca Iubel

Resumo


Desde antes da demarcação das primeiras terras indígenas no alto rio Negro (há mais de vinte anos), população e lideranças indígenas regionais atuam constantemente em processos de reflexão e avaliação de algumas de suas experiências de gestão territorial e relações com o Estado. Atualmente, desenvolvem essas atividades com os instrumentos da Política Nacional de Gestão Ambiental e Territorial de Terras Indígenas (PNGATI). Refletir a partir de algumas das dissonâncias e traduções implicadas nas relações entre indígenas e Estado no tocante às territorialidades e às gestões das mesmas (que envolvem também, evidentemente, a gestão da própria relação que se quer estabelecer com o Estado, do ponto de vista indígena) é o principal objetivo deste artigo.

Palavras-chave


Territorialidades; Alto Rio Negro; Dissonâncias; Traduções

Texto completo:

PDF/A


DOI: https://doi.org/10.5007/2175-8034.2019v21n1p197

Ilha R. Antr., Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC,  Florianópolis, SC, Brasil, ISSNe 2175-8034