Morfologia de micorrizas arbusculares em Tabebuia avellanedae Lorentz ex Griseb. (Bignoniaceae)

Maria Terezinha Silveira Paulilo, Eliane Maria Moratelli, Murilo Dalla Costa, Marisa Santos

Resumo


O conhecimento sobre o tipo de morfologia de micorrizas arbusculares é importante uma vez que a função fisiológica das estruturas micorrízicas e reações de defesa do hospedeiro podem apresentar diferenças entre as morfologias Arum e Paris. As raízes de plântulas de Tabebuia avellanedae, colonizadas tanto por população nativa presente no solo de mata utilizado no cultivo ou provindos de inoculação do solo de mata com Glomus clarum e Glomus tunicatum, apresentaram micorrizas arbusculares tanto com morfologia tipo Arum como morfologia tipo Paris, caracterizando uma morfologia do tipo intermediário. A presença de morfologia intermediária poderia ser ecologicamente vantajosa, pois traria aos hospedeiros os benefícios apresentados pelas morfologias Arum e Paris.

Palavras-chave


micorriza arbuscular; Tabebuia avelanedae.

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