Gênero, trabalho e violência em "A filha do coveiro", de Joyce Carol Oates, e "O apocalipse dos trabalhadores", de Valter Hugo Mãe

Autores

  • Paula Queiroz Dutra Universidade de Brasília

DOI:

https://doi.org/10.5007/2175-7917.2015v20n1p112

Palavras-chave:

Estudos de gênero, Trabalhadoras, Violência contra a mulher, Representação, Literatura Comparada

Resumo

Este trabalho tem por objetivo problematizar as representações das trabalhadoras e sua relação direta com a violência de gênero na literatura contemporânea. Com base na análise dos romances A filha do coveiro (2008), da escritora norte-americana Joyce Carol Oates, e O apocalipse dos trabalhadores (2013), do escritor português Valter Hugo Mãe, pretende-se comparar, sob o viés dos estudos de gênero, tanto na autoria feminina quanto masculina, como essas personagens transitam entre o espaço doméstico e o espaço do trabalho, buscando refletir sobre os estereótipos que são construídos/desconstruídos nessas narrativas e sua associação direta com a violência contra a mulher, principalmente em seu ambiente de trabalho.

Biografia do Autor

Paula Queiroz Dutra, Universidade de Brasília

Paula Queiroz Dutra é doutoranda em Literatura na Universidade de Brasília (UnB) e mestre em Letras pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). E-mail: qpaulad@gmail.com

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Publicado

2015-06-19

Como Citar

DUTRA, P. Q. Gênero, trabalho e violência em "A filha do coveiro", de Joyce Carol Oates, e "O apocalipse dos trabalhadores", de Valter Hugo Mãe. Anuário de Literatura, [S. l.], v. 20, n. 1, p. 112-127, 2015. DOI: 10.5007/2175-7917.2015v20n1p112. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/literatura/article/view/2175-7917.2015v20n1p112. Acesso em: 26 nov. 2020.

Edição

Seção

Seção Temática Estudos Subalternos