O espaço, a solidão e o simulacro: trajetórias metafísicas na narrativa italiana do Novecentos
DOI:
https://doi.org/10.5007/2175-7917.2009v14n1p63Resumen
Este artigo visa discutir, por meio da análise de obras de autores quais Gadda, Savinio, Bontempelli, Buzzati e Morselli, uma tendência anti-realista, embora multiforme em seus êxitos estilísticos e temáticos, que pode ser identificada na literatura italiana do século XX. Numa perspectiva comparada, em diálogo com as artes de vanguarda e, mais especificamente, com a pintura metafísica de Giorgio de Chirico, busca-se refletir sobre alguns aspectos dessas narrativas, como elementos espaciais e simbólicos, que no limiar do gênero (ou modo) fantástico metaforizam e consubstanciam uma condição de inquietude existencial.
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