Políticas do presente em Carlos Ríos e César Aira

Autores

  • Antonio Carlos Santos Universidade do Sul de Santa Catarina

DOI:

https://doi.org/10.5007/1984-784X.2013v13n19p20

Palavras-chave:

Literatura argentina, Contemporâneo, Fragmento

Resumo

Em Manigua, Pripyat e A la sombra de Chaki Chan, Carlos Ríos nos mostra uma face da con­temporaneidade: três territó­rios na mar­gem do Império, um aban­do­nado depois de um aci­dente na Usina Nuclear de Chernobil e habitado por seres con­tami­nados pela radia­ção, outro dispu­tado por etnias em vias de desapareci­mento e um terceiro disputado por gru­pos de catadores de alumínio. São relatos que se fazem com fragmentos catados na Internet, nomes, listas de palavras, peda­ços de histórias reutilizados em uma literatura que se faz com os restos de modos de vida que resis­tem em meio ao caos da guerra permanente.

Biografia do Autor

Antonio Carlos Santos, Universidade do Sul de Santa Catarina

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Publicado

2013-12-09