Adalgisa Nery e a literatura anáglifo diante e contra as imagens

Luiz Antonio Ribeiro

Resumo


Este artigo busca pensar a escrita da escritora brasileira Adalgisa Nery, principalmente suas obras A Imaginária (2009) e A Neblina (1972), através do pensamento arquifilológico de Raúl Antelo. Ao encarar as imagens de Adalgisa propostas por Ismael Nery, Cândido Portinari e o poeta Murilo Mendes, o artigo pretende, diante da escrita de Adalgisa, a desativação destas imagens para que elas se tornem centros vazios, ou seja, que se mantenham novamente disponíveis a outras articulações de história, memória e política. Neste sentido, utilizamos a imagem de um anáglifo proposto por Adalgisa: a sobreposição de imagens lado a lado que ao mesmo tempo em que apontam para uma profundidade, desarticulam o olhar deste centro.


Palavras-chave


Arquifilologia; Modernidade; Política

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DOI: https://doi.org/10.5007/1984-784X.2018v18n29p178

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