Reflexões sobre as representações sociais da AIDS e do câncer e as interações entre pacientes, famílias e profissionais de saúde

Autores

  • Ângela Hering de Queiroz Universidade Federal de Santa Catarina
  • Elisângela Böing Universidade Federal de Santa Catarina
  • Maria Aparecida Crepaldi Universidade Federal de Santa Catarina
  • Naiane Carvalho Wendt Universidade Federal de Santa Catarina

DOI:

https://doi.org/10.5007/%25x

Palavras-chave:

Doenças crônicas, AIDS, Câncer, Representações sociais, Profissionais de saúde

Resumo

Dentre as principais doenças crônicas da atualidade, destacam-se a AIDS e o câncer. Este artigo propicia reflexões sobre as representações sociais dessas doenças e como influenciam as condutas das pessoas em geral, sobretudo as da equipe de saúde. A partir de revisão bibliográfica, verifica-se que as representações sociais influenciam diretamente as condutas médicas, na promoção de saúde e prevenção dessas doenças, bem como na adesão ao tratamento dos pacientes. O estudo das representações sociais da AIDS e do câncer faz-se importante, a fim de que se possa reconhecer a origem de determinadas atitudes das pessoas frente à doença ou ao sujeito portador dela e permitir, com a conscientização das representações negativas, revisões e mudanças de condutas.

Biografia do Autor

Ângela Hering de Queiroz, Universidade Federal de Santa Catarina

Possui Graduação (Licenciatura e Bacharelado) em Psicologia pela Universidade Federal de Santa Catarina, Ggraduação em Pedagogia pela Universidade do Estado de Santa Catarina. Especialização em Formação em Orientação Profissional pelo Instituto do Ser e Mestrado em Psicologia pela Universidade Federal de Santa Catarina. Atualmente é Docente da Faculdade Estácio de Sá de Santa Catarina.

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Elisângela Böing, Universidade Federal de Santa Catarina

Graduada em Psicologia pela Universidade Federal de Santa Catarina, com Especialização em Saúde da Família/ Modalidade Residência pela Universidade Federal de Santa Catarina e Especialização em Terapia Relacional Sistêmica pelo Familiare - Instituto Sistêmico. Mestrado em Psicologia pela Universidade Federal de Santa Catarina. Servidora pública municipal, cargo de psicóloga (Prefeitura Municipal de Florianópolis/SC).

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Maria Aparecida Crepaldi, Universidade Federal de Santa Catarina

Graduada em Psicologia pela Universidade de São Paulo - USP, com Especialização em Psicologia Clínica Infantil pelo Hospital das Clínicas da FMRP-USP, e Especialização em Terapia Familiar e de Casal pelo Instituto de Terapia Familiar de São Paulo - ITF e Association Parisiènne de Recherche et Thérapie Familiale - APRTF, França, título de especialista em Psicologia Clínica e e Psicologia Hospitalar (CFP), Mestrado em Psicologia (Psicologia Clínica) pela PUC-RJ, Doutorado em Saúde Mental pela UNICAMP, com estágio Sandwich na Universidade de Paris. Pós-Doutorado pela Universidade do Québec em Montreal - UQÀM. Pós-Doutorado pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto-USP. Atualmente é professor Associado II da Universidade Federal de Santa Catarina.

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Naiane Carvalho Wendt, Universidade Federal de Santa Catarina

Possui Graduação em Psicologia pela Universidade Federal de Santa Catarina e Mestrado em Psicologia pela Universidade Federal de Santa Catarina. Atualmente é diretora de pesquisa qualitativa - MCB Análise e Pesquisa Comportamental e colaborador - Familiare - Instituto Sistêmico, e docente na Sociedade Educacional do Centro Oeste do Paraná.

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Publicado

2005-01-01

Edição

Seção

Artigos