Cultivo de Ankistrodesmus gracilis (Chlorophyta) em laboratório à base de esterco suíno

Tatiana Betioli Fioresi, Lúcia Helena Sipaúba Tavares

Resumo


O objetivo do presente trabalho foi testar a influência do meio à base de esterco suíno “in natura” e biodigerido, sobre o desenvolvimento, crescimento, comprimento total, peso seco e valor nutricional da microalga Ankistro desmus gracilis. O pico de crescimento para A. gracilis foi maior no meio biodigerido (6,2 x 107 células. mL-1) no volume de 2L. Alta porcentagem de lipídio foi observada no meio “in natura”, e, elevados teores de proteína no meio biodigerido em 2L. O biovolume, teor de cinzas e comprimento total foram diferentes (p < 0,05) entre os meios, o mesmo não ocorrendo para peso seco e fibra bruta (p > 0,05). O requerimento de luz foi diferente entre os meios, com menor intensidade para o esterco biodigerido (13,5μE.cm-2.s-1), indicando menor custo benefício. O meio a base de esterco suíno, mostrou bons resultados para o crescimento de A. gracilis, com qualidade de água adequada para cultivo, podendo ser utilizado para cultura em larga escala.


Palavras-chave


Alga; Crescimento; Composição bioquímica; Esterco suíno; Cultivo

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DOI: https://doi.org/10.5007/2175-7925.2008v21n1p7

Direitos autorais 2008 Tatiana Betioli Fioresi, Lúcia Helena Sipaúba Tavares

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Biotemas. UFSC, Florianópolis, SC, Brasil, eISSN 2175-7925

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