Tolerância ao dano pelo frio e qualidade pós-colheita em goiabas ‘Pedro Sato’ submetidas ao condicionamento térmico

Autores

  • Cristiano André Steffens Universidade do Estado de Santa Catarina, CAV, Departamento de Agronomia
  • Cassandro Vidal Talamini do Amarante Universidade do Estado de Santa Catarina, CAV, Departamento de Agronomia
  • João Paulo Generoso da Silveira Universidade do Estado de Santa Catarina, CAV, Departamento de Agronomia
  • Ricardo Chechi Universidade do Estado de Santa Catarina, CAV, Departamento de Agronomia
  • Bruno Pansera Espindola Universidade do Estado de Santa Catarina, CAV, Departamento de Agronomia

DOI:

https://doi.org/10.5007/2175-7925.2008v21n3p75

Palavras-chave:

Psidium guajava L., Desordem fisiológica, Amadurecimento, Qualidade pós-colheita

Resumo

O objetivo deste trabalho foi de avaliar o efeito do condicionamento térmico na tolerância ao frio e na qualidade de goiabas ‘Pedro Sato’ armazenadas a 2ºC. Os tratamentos avaliados foram: 30 dias a 10ºC (controle); 30 dias a 2ºC; um dia a 45ºC + 29 dias a 2ºC; dois dias a 45ºC + 28 dias a 2ºC; e dois dias a 35ºC + 28 dias a 2ºC. Após 30 dias de armazenamento mais três dias de exposição dos frutos a 20ºC, a firmeza de polpa e a acidez titulável foram maiores nos tratamentos com condicionamento térmico. A incidência de podridões foi maior nos frutos armazenados durante 30 dias a 10ºC e naqueles colocados por dois dias a 35ºC + 28 dias a 2ºC. A perda de massa fresca foi maior nos frutos expostos durante dois dias a 45ºC + 28 dias a 2ºC. Frutos armazenados por 30 dias a 2ºC e aqueles expostos a 45ºC, antes do armazenamento a 2ºC, não apresentaram alterações substanciais na cor da epiderme durante o armazenamento e no período de exposição dos frutos a 20ºC, caracterizando o dano pelo frio.

Biografia do Autor

Cristiano André Steffens, Universidade do Estado de Santa Catarina, CAV, Departamento de Agronomia

Possui graduação em Agronomia pela Universidade Federal de Santa Maria (2000), mestrado em Agronomia pela Universidade Federal de Santa Maria (2003) e doutorado em Agronomia pela Universidade Federal de Santa Maria (2006). Tem experiência na área de Fisiologia Vegetal, com ênfase em Fisiologia Pós-Colheita. Professor Associado da Universidade do Estado de Santa Catarina. Orientador de mestrado e doutorado no Programa de Pós-Graduação em Produção Vegetal. Desde maio de 2010 também vem desempenhando atividades como Diretor de Pesquisa e Pós-Graduação do Centro de Ciências Agroveterinárias da UDESC e como Editor-chefe da Revista de Ciências Agroveterinárias.Certificado pelo autor em 25/08/11

Cassandro Vidal Talamini do Amarante, Universidade do Estado de Santa Catarina, CAV, Departamento de Agronomia

Possui Graduação em Engenharia Agronômica (Universidade Federal de Pelotas / 1986), Mestrado em Fisiologia Vegetal (Universidade Federal de Viçosa / 1990), PhD em Fisiologia e Tecnologia Pós Colheita (Massey University / Nova Zelândia / 1998) e Pós-Doutorado em Fisiologia Pós-Colheita (University of California - Davis / EUA / 2009). Atualmente é Professor Associado da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e Editor Associado do "Brazilian Journal of Plant Physiology". É Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq desde março de 2001, tendo publicado mais de 100 artigos científicos em periódicos Nacionais e Internacionais. É professor e orientador junto aos Programas de Doutorado e Mestrado em Produção Vegetal e Manejo do Solo da UDESC. Tem experiência na área de Fisiologia Vegetal, com ênfase em Fisiologia Pós-Colheita, desenvolvendo diversos projetos de pesquisa com as seguintes culturas: maçã (Malus domestica), uva, pêra, pêssego, ameixa, feijoa, butiá, araçá, tomate e espécies frutíferas nativas do Sul do Brasil.Certificado pelo autor em 31/08/11

João Paulo Generoso da Silveira, Universidade do Estado de Santa Catarina, CAV, Departamento de Agronomia

Universidade do Estado de Santa Catarina, CAV, Departamento de Agronomia
Av. Luis de Camões, 2090, CEP 88520-000, Lages – SC, Brasil

Ricardo Chechi, Universidade do Estado de Santa Catarina, CAV, Departamento de Agronomia

Possui graduação em agronomia pela Universidade do Estado de Santa Catarina (2008). Tem experiência na área de Agronomia, com ênfase em AgronomiaCertificado pelo autor em 20/11/09

Bruno Pansera Espindola, Universidade do Estado de Santa Catarina, CAV, Departamento de Agronomia

Tem experiência na área de Agronomia, com em Fisiologia, atuando principalmente nos seguintes temas: fisiologia de plantas cultivadas, fisiologia pós-colheita.Certificado pelo autor em 22/06/10

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Publicado

2008-01-01

Edição

Seção

Artigos