Caracterização pós-colheita de dois híbridos de couve-flor

Ricardo Antonio Ayub, Adenilson Mroginski de Souza, Mariane Gioppo, Jaciara Gonçalves, Bráulio Luciano Alves Rezende, Rosana Fernandes Otto

Resumo


A couve-flor tem grande importância econômica, principalmente para pequenos produtores, sendo uma cultura rentável em pequenas áreas. No entanto, é uma hortaliça de difícil conservação pós-colheita à temperatura ambiente devido à transpiração e ao processo respiratório intenso, o que acarreta alteração na coloração da inflorescência. Desta forma o presente trabalho teve por objetivo a caracterização pós-colheita de couve flor das híbridas Snow Mystique e Grafitti armazenadas à temperatura ambiente (20 ± 2°C e 75 % de UR). Foram realizadas avaliações a cada três dias, durante um período de 12 dias de armazenamento. Os parâmetros avaliados foram a porcentagem de perda de massa em relação ao peso fresco; firmeza da haste; sólidos solúveis; pH e acidez titulável. Avaliando os resultados encontrados pode se concluir que a couve flor não deve ser armazenada a 20 ± 2°C e 75% de UR por mais de três dias, tendo em vista que a inflorescência apresenta elevada perda de água por transpiração.


Palavras-chave


Armazenamento; Brassica oleracea var. botrytis; Qualidade

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DOI: https://doi.org/10.5007/2175-7925.2010v23n2p45

Direitos autorais 2011 Ricardo Antonio Ayub, Adenilson Mroginski de Souza, Mariane Gioppo, Jaciara Gonçalves, Bráulio Luciano Alves Rezende, Rosana Fernandes Otto

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Biotemas. UFSC, Florianópolis, SC, Brasil, eISSN 2175-7925

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