A carga horária excessiva do curso de graduação em Medicina e sua repercussão na Saúde Mental do estudante

Autores

  • Hugo Norberto Gonzaga
  • Sérgio Octavio Kormann

Palavras-chave:

Saúde Mental, Estudantes, Graduação, Medicina.

Resumo

O Ministério da Educação (MEC) define uma carga horária mínima para os cursos de graduação em Medicina de 7.200 horas, sendo o curso de graduação com a maior carga horária no Brasil. Na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), são exigidas 9.900 horas/aulas para se obter o diploma de Medicina. Os cursos que exigem maior carga horária, conforme as definições do MEC, além da Medicina, são os de Odontologia, Psicologia e Medicina Veterinária, todos com o mínimo 4.000 horas-aula, sendo esse número quase metade da quantidade exigida na Medicina. Sabe-se que, além das horas presenciais, são necessárias horas extras de estudos e atividades extra-curriculares, o que priva o estudante de praticar atividades físicas e de lazer, além de interferir no tempo de sono e também em sua vida social e afetiva. O objetivo desse estudo é de avaliar as mudanças que o curso de Medicina implica na vida pessoal e suas consequências na saúde mental do estudante. Para a realização deste estudo foi elaborado um questionário focando alguns aspectos que podem ter relação com qualidade de vida e sofrimento de ordem mental. Esse questionário foi aplicado a duas turmas de graduação em Medicina da UFSC, e os resultados analisados e interpretados.

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Publicado

2014-07-16

Como Citar

GONZAGA, H. N.; KORMANN, S. O. A carga horária excessiva do curso de graduação em Medicina e sua repercussão na Saúde Mental do estudante. Cadernos Brasileiros de Saúde Mental/Brazilian Journal of Mental Health, [S. l.], v. 6, n. 13, p. 156, 2014. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/cbsm/article/view/68944. Acesso em: 25 jan. 2022.