Derrubando muros: Processos de singularização nas práticas de um CAPS Infantojuvenil

André Ricardo Nader, Adriana Marcondes Machado

Resumo


Os avanços conquistados com a Reforma Psiquiátrica brasileira, em sua luta contra o horror produzido nos manicômios do país, efetuou um reordenamento de forças e alcançou um redirecionamento nas políticas e nas práticas em saúde mental. Forças, políticas e práticas rearranjadas produzem desafios imprevistos, aos quais o presente artigo objetiva dar visibilidade. Motivados por reflexões produzidas no trabalho com um usuário de um CAPS Infantojuvenil, discutiremos temas sensíveis ao campo da saúde mental pública – idealização e naturalização da loucura, cuidado e violência, divisão disciplinar do trabalho e enrijecimento das práticas –, visando dar sequência ao movimento de desconstrução daquilo que pode, em nós, constituir-se como muros.


Palavras-chave


Reforma Psiquiátrica; Atenção psicossocial; Saúde Mental; Formação dos Profissionais de Saúde.

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