Weber, Simmel e a morte sem sentido

Cláudia Maria Guedes Joaquim

Resumo


Dentro dos aspectos da condição humana, a morte apresenta um papel fundamental. Os acontecimentos
da modernidade e sua formação do homem moderno indicam uma mudança na sua relação com a morte,
uma relação que se apresenta mais problemática e carente de significado. Duas características fundamentais da modernidade apontadas por dois clássicos da teoria social, Weber e Simmel, apresentam pistas para se pensar a nova (in) compreensão sobre a morte: os processos de racionalização e de individualização. A obra destes autores não necessariamente circunda o tema da morte; no entanto, seus diagnósticos da modernidade acabam por, conseqüentemente, apontar para a falta de sentido da morte do homem moderno. Por fim, escritos poucos conhecidos de Simmel, do final de sua vida, demonstram sua tentativa de buscar o significado perdido.


Palavras-chave


Weber; Simmel; Racionalização; Individualização; Morte

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DOI: https://doi.org/10.5007/%25x

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R. Em Tese, revista do PPGSP da UFSC, Brasil, ISSNe 1806-5023

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