A educação como eixo da modernização do Brasil nos anos 1930: a disputa de ideias entre Nacionalistas, Igreja Católica e Escola Nova

Rafael Gonçalves Gumiero, Aline Vanessa Zambello

Resumo


Nos anos 1930, a ideia do atraso no Brasil esteve condicionada pelo mimetismo cultural, e a saída proposta pelas escolas Nacionalista, Católica e Escola Nova foi o projeto de educação como suporte para formação do ethos nacional por intermédio da cultura. A disputa de ideias entre os projetos de educação destas escolas reverberou do campo simbólico para o institucional, pela  normatização do projeto de educação no Ministério da Educação e Saúde, do governo Vargas. O objetivo deste artigo atende a dois movimentos: o primeiro buscar compreender o diagnóstico do atraso e prognóstico dele por intermédio da interpretação de Fernando de Azevedo, pela análise das suas obras A Cultura Brasileira e Novos Caminhos e Novos Fins; o segundo movimento, em que medida o Ministério Capanema adotou diretrizes apontadas nos três projetos em disputa para a formulação do Plano Nacional da Educação

Palavras-chave


atraso cultural; modernização; Fernando de Azevedo; Ministério Capanema; escolas de pensamento da educação

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DOI: http://dx.doi.org/10.5007/%25x

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