Mãos Negras, Mentes Gregas: as narrativas de Luís da Câmara Cascudo sobre as religiões afro-brasileiras

Durval Albuquerque Junior

Resumo


O texto abordao lugar dado ao negro e à contribuição africana para a história e a chamada cultura brasileira pelo erudito potiguar Luís da Câmara Cascudo. Tomando como objeto de análise seus escritos sobre a contribuição africana para a formação da sociedade brasileira, notadamente o livro Meleagro, procuramos analisar as imagens e os enunciados que, constantemente, estão associados ao negro e à cultura africana nas obras de Cascudo, como ele tende insistentemente em desafricanizar ou branquear a cultura brasileira, notadamente o que nomeia de cultura popular ou folclore. O texto tenta também entender o lugar de fala do erudito potiguar e o que o leva a ter esta visão sobre a participação dos africanos na constituição social do país e de seus costumes.


Palavras-chave


Afro-Brasileiros; Cultura Popular; Câmara Cascud Branqueamento; Desafricanização

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DOI: https://doi.org/10.5007/2175-7976.2010v17n23p9

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Esboços: histórias em contextos globais - ISSN da versão impressa 1414-722x (cessou em 2008) e ISSN eletrônico 2175-7976 - Florianópolis - SC - Brasil