Mãos Negras, Mentes Gregas: as narrativas de Luís da Câmara Cascudo sobre as religiões afro-brasileiras

Autores

  • Durval Albuquerque Junior UFRN

DOI:

https://doi.org/10.5007/2175-7976.2010v17n23p9

Palavras-chave:

Afro-Brasileiros, Cultura Popular, Câmara Cascud Branqueamento, Desafricanização

Resumo

O texto abordao lugar dado ao negro e à contribuição africana para a história e a chamada cultura brasileira pelo erudito potiguar Luís da Câmara Cascudo. Tomando como objeto de análise seus escritos sobre a contribuição africana para a formação da sociedade brasileira, notadamente o livro Meleagro, procuramos analisar as imagens e os enunciados que, constantemente, estão associados ao negro e à cultura africana nas obras de Cascudo, como ele tende insistentemente em desafricanizar ou branquear a cultura brasileira, notadamente o que nomeia de cultura popular ou folclore. O texto tenta também entender o lugar de fala do erudito potiguar e o que o leva a ter esta visão sobre a participação dos africanos na constituição social do país e de seus costumes.

Biografia do Autor

Durval Albuquerque Junior, UFRN

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Publicado

2010-06-28

Edição

Seção

Dossiê