Vasos comunicantes do moderno: Octavio Paz e o surrealismo

Autores

  • Priscila Ribeiro Dorella Universidade Federal de Minas Gerais

DOI:

https://doi.org/10.5007/2175-7976.2011v18n25p237

Palavras-chave:

André Breton, Octavio Paz, Marxismo, Modernidade, Surrealismo

Resumo

O poeta e ensaísta mexicano Octavio Paz (1914-1998) teve, como se sabe, diversas influencias intelectuais, artísticas e políticas. Certamente, o surrealismo é uma das mais importantes, embora seja uma de suas “afinidades eletivas” menos estudadas. As relações entre Paz e os surrealistas, como André Breton e Luis Buñuel, se estabeleceram a partir das manifestações artísticas, mas foram aprofundadas no compartilhar de uma percepção ética e moral da sociedade. Por meio de uma análise do seu envolvimento com o surrealismo, este artigo busca discutir, em certa medida, como este movimento subversivo está presente na obra e na vida do poeta em questão.

Biografia do Autor

Priscila Ribeiro Dorella, Universidade Federal de Minas Gerais

 

Doutoranda em História da América pela Universidade Federal de Minas Gerais, e professora do Cefet. Principais trabalhos publicados: “Representações dissonantes de um acadêmico brasileiro sobre a América Latina” - Revista de História da USP, No 161, segundo semestre de 2009 - “Octavio Paz, Mídia e Revolução Sandinista”  Revista de História Social da Unicamp, No 17, segundo semestre de 2009.

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Publicado

2011-06-23