O Integralismo, as novas gerações e o problema da consciência histórica

Autores

  • Márcio Santos de Santana UEL / Depto de História

DOI:

https://doi.org/10.5007/2175-7976.2011v18n26p213

Palavras-chave:

Integralismo, História Política, Educação Histórica, Utopia, Consciência Histórica

Resumo

O artigo pretende demonstrar que o integralismo considerava as novas gerações como o segmento estratégico para a promoção de mudanças na sociedade, garantindo a reprodução social do movimento, por meio da formação de novos líderes. As motivações para a precocidade na socialização ideológica dos membros estão relacionadas com a concepção autoritária do movimento integralista, interessada em evitar que as crianças e os jovens estruturassem uma consciência histórica própria. O discurso do movimento enfatiza a necessidade de salvaguarda dos valores, de reconstrução da civilização, de tomada de consciência por parte das novas gerações, mas, ao mesmo tempo nega qualquer possibilidade para que as crianças e os jovens tenham vivencias autônomas.

Biografia do Autor

Márcio Santos de Santana, UEL / Depto de História

Professor no Departamento de História da Universidade Estadual de Londrina. Doutor em História Econômica pela USP (2009).

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Publicado

2011-12-02