"Predileções individuais" ou a "ação construtiva da Nação": intérpretes do Brasil na República Velha

Autores

  • Antonio Manoel Elíbio Junior Universidade do Sul de Santa Catarina - UNISUL

Palavras-chave:

Nação, Intelectuais, Brasil Século XX, Primeira República, I.H.G.R.G.S

Resumo

O artigo analisa os fundamentos positivistas que permearam a produção histórica dos intelectuais sócios do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Sul, entre os anos de 1921 a 1930. Intelectuais de formação diversa, que se autoproclamavam “intérpretes da vida social”, deveriam expressar “o fato” e a verdade histórica sobre “bases científicas”. Os pressupostos romântico-positivistas nortearam as noções de “espírito nacional”, “valorização do passado”, “consciência exata e reparadora”, “análise justa e serena”, “povo”. Assim, ao investigar as páginas da Revista do IHGRS, foi possível entender a definição de nação e a relação do que seria governar sem os obstáculos das lutas partidárias – administração neutra, imparcial, objetiva-, regrada pelos princípios da ciência histórica.

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Publicado

2007-11-03

Edição

Seção

Artigo