Schopenhauer: Cosmologia como hermenêutica da Representação

Ruy de Carvalho

Resumo


O artigo pretende articular a tese de Schopenhauer, de que sua filosofia é antes uma cosmologia que uma teologia, com a hipótese de que sua noção de Vontade poderia ser, heterodoxamente, concebida como uma hermenêutica da Representação. Para isso, enfatiza-se a importância da distinção schopenhaueriana entre ser subjetivo e objetivo e consideração subjetiva e objetiva, bem como relaciona-se a significação da noção de analogia com a articulação entre explicação e compreensão em sua Metafísica da Natureza.


Palavras-chave


Cosmologia; Explicação; Compreensão; Hermenêutica da Representação

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DOI: https://doi.org/10.5007/1677-2954.2012v11nesp1p227

          

 

 

ethic@. Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, SC, Brasil, eISSN 1677-2954

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