Submissões

O cadastro no sistema e posterior acesso, por meio de login e senha, são obrigatórios para a submissão de trabalhos, bem como para acompanhar o processo editorial em curso. Acesso em uma conta existente ou Registrar uma nova conta.

Condições para submissão

Como parte do processo de submissão, os autores são obrigados a verificar a conformidade da submissão em relação a todos os itens listados a seguir. As submissões que não estiverem de acordo com as normas serão devolvidas aos autores.
  • A contribuição é original e inédita, e não está sendo avaliada para publicação por outra revista; caso contrário, justificar em "Comentários ao Editor".
  • Todos os endereços de páginas na Internet (URLs), incluídas no texto (Ex.: http://www.ibict.br) estão ativos e prontos para clicar.
  • O texto segue os padrões de estilo e requisitos bibliográficos descritos em “Diretrizes para Autores”.
  • O arquivo a ser submetido foi aplicado no “Template da revista ethic@”.
  • No cadastro dos dados do autor e co-autor no sistema da revista é OBRIGATÓRIO informar a última titulação, o nome da Instituição/Universidade a que está vinculado por extenso (Ex.: Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)), a cidade, o estado e o país; e também seu e-mail e seu ORCID iD.
  • A identificação de autoria deste trabalho foi removida do arquivo e da opção Propriedades no Word, garantindo desta forma o critério de sigilo da revista, caso submetido para avaliação por pares (ex.: artigos), conforme instruções disponíveis em Assegurando a Avaliação por Pares Cega.
  • A Revista ethic@ não cobra taxas de submissão e de processamento de artigos (APCs).

Diretrizes para Autores

Antes do envio do trabalho, recomenda-se ao autor a leitura da "declaração de ética e boas práticas na publicação" adotada pela revista. As submissões de textos de mestrandos(a)s e/ou doutorando(a)s só serão aceitas em coautoria com um(a) doutor(a). Os trabalhos deverão ser submetidos à ethic@ pelo sistema online da revista no formato Word (.doc). As seguintes normas devem ser observadas:

I – Das colaborações:

1. Originalidade: A revista ethic@ publica trabalhos originais e inéditos na área de Filosofia Moral Moderna e Contemporânea;

2. Modalidades: São aceitos textos na forma de artigos, resenhas, entrevistas e traduções;

Artigos: Os artigos publicados deverão ter qualidades acadêmicas e científicas com o objetivo de divulgar resultados de pesquisas;

Resenhas: As resenhas terão o objetivo de sintetizar, compreender e avaliar de maneira crítica o conteúdo de obras publicadas há menos de três anos;

Entrevistas: As entrevistas serão publicadas com o objetivo de reproduzir uma discussão realizada com filósofos e especialistas da área de ética e filosofia moral;

Traduções: As traduções para a língua portuguesa apresentarão versões de obras e artigos de interesse acadêmico para a área de ética e filosofia moral. Elas deverão ter autorização do autor do original e/ou estar em domínio público.

 

II - Aspectos formais:

1. Tamanho: A contribuição (artigo, entrevista, tradução ou resenha) submetida à avaliação não poderá ultrapassar o número de 10.000 palavras;

2. Anonimato: A identificação de autoria do trabalho deve ser removida do arquivo e da opção “Propriedades no Word”, garantindo desta forma o critério de sigilo da revista conforme o descrito em “Processo de Avaliação pelos Pares”. A mini biografia deve estar no campo do sistema da revista conforme o “item 4” das “condições para submissões”;

3. Idiomas: São aceitos trabalhos inéditos redigidos em português, inglês, alemão, francês, italiano e espanhol. O autor será responsável pela revisão gramatical do texto enviado;

4. Normalização: Os trabalhos deverão seguir os padrões normais de citações e referências bibliográficas (no caso brasileiro, respectivamente as normas NBR 10520/2002, NBR6028/2002 (resumo) e NBR 6023/2002 da Associação Brasileira de Normas Técnicas –ABNT e no norte-americano, a convenção de Chicago);

5. Formatação: o texto deverá ser digitado com a seguinte configuração:

  • Margens superior e esquerda: 3 cm; margens inferior e direita: 2 cm;

  • Formato de papel: A4;

  • Fonte: Verdana

  • Tamanho: 14 para título na língua original e em inglês; 12 para nome do(a) autor(a), corpo do texto e Referências bibliográficas; 11 para Resumo, Palavras-chave, citações longas e notas de fim;

  • Espaço entre linhas: simples (1,0 cm) para elementos pré-textuais, notas de fim e Referências bibliográficas; 1,15 cm para o corpo do texto, incluindo citações longas (recuadas);

  • Alinhamento justificado;

  • Primeira linha do primeiro parágrafo sem recuo; primeira linha dos outros parágrafos: recuo de 1,25.

 

III -  A apresentação dos artigos deverá obedecer a seguinte ordem:

 

1. Elementos pré-textuais:

Os trabalhos em português, alemão, francês, italiano e espanhol deverão trazer título, resumo e palavras-chave no idioma original do texto e também em inglês;

  • Título no idioma do texto centralizado em negrito, fonte Verdana, caixa alta, tamanho 14. Em seguida, deve ser apresentado o título em inglês: espaço 1,0 entre linhas, centralizado sem negrito, fonte Verdana, caixa alta, tamanho 14.
  • Resumo no idioma do texto e em inglês (Abstract): de 150 a 300 palavras, justificado, fonte Verdana, tamanho 11, espaço simples entre linhas.
  • Palavras-chave: O número de palavras-chave indicadas devem ser no máximo de 5 (cinco) e separadas por ponto e vírgula.

2. Elementos textuais:

  • Os textos devem ser constituídos de introdução, desenvolvimento e conclusão;
  • Corpo do texto em Verdana, tamanho 12, espaçamento 1,15 cm, (e não 1,5). As citações longas (recuadas), tamanho 11, também devem estar com 1,15 cm de espaçamento entre linhas;
  • Os subtítulos devem respeitar maiúsculas e minúsculas, sem recuo, sem numeração, em negrito;
  • As citações deverão seguir a norma NBR 10520/2002 da Associação Brasileira de Normas Técnicas –ABNT ou a convenção de Chicago. Se o autor adotar a norma da ABNT, as citações deverão aparecer no texto através do sistema autor-data (AUTOR, ano, número da página sem "p.").
  • As notas explicativas deverão aparecer em notas de fim de documento. Elas deverão estar no tamanho 11, fonte Verdana, espaçamento entre linhas simples (1,0) e em ordem numérica contínua. Deve haver uma linha em branco (“enter”) entre cada nota inserida.

 3. Elementos pós-textuais:

  • As Referências bibliográficas deverão seguir a norma NBR 6023/2002 da Associação Brasileira de Normas Técnicas –ABNT ou a convenção de Chicago.
  • As referências bibliográficas deverão ser digitadas em tamanho 12, fonte Verdana, espaçamento entre linhas simples. Deve haver uma linha em branco (“enter”) entre cada indicação de livro.

Artigos - Fluxo Contínuo

Os artigos publicados são originais, com caráter acadêmico e científico, tendo o objetivo de divulgar resultados de pesquisas.

Artigos

Os artigos publicados são originais, com caráter acadêmico e científico, tendo o objetivo de divulgar resultados de pesquisas.

Tradução

As traduções publicadas terão o objetivo de trazer para a língua portuguesa versões de obras e artigos de interesse acadêmico para a área de ética e filosofia moral autorizada(s) pelo(s) autor(es).

Resenha

As resenhas inéditas terão o objetivo de sintetizar, compreender e avaliar de maneira crítica o conteúdo de obras publicadas há menos de três anos.

Entrevista

As entrevistas terão o objetivo de reproduzir uma discussão realizada com filósofos e especialistas da área de ética e filosofia moral.

Dossiê Hobbes e Espinosa: estado, poder, religião e liberdade

Não há dúvidas sobre a importância do legado das teorias de Hobbes e Espinosa para o debate político, ontológico e, sobretudo, ético da contemporaneidade. Seus argumentos incidem sobre e provocam inquietações nas mais diversas áreas do conhecimento, produzindo impactos significativos nas atuais discussões sobre legitimidade política, garantias individuais, epistemologia, religião, entre outras. Ademais, não restam dúvidas da distância interpretativa que os dois filósofos compartilham acerca da fundamentação da política e da ética. Contudo, intérpretes contemporâneos das suas reflexões indicam semelhanças argumentativas que merecem ser debatidas, ou mesmo refutadas. O objetivo da proposta do dossiê temático consiste em propor um debate sobre a reflexão filosófica, ética e política de Hobbes e Espinosa, a fim de traçar um panorama interpretativo à luz do qual se problematizem diferenças e aproximações entre o pensamento de ambos.

Dossiê A teoria crítica de Theodor W. Adorno

Mais de cinquenta anos depois de sua morte, Theodor W. Adorno segue tendo os seus escritos revisitados não apenas para se compreender as transformações de conceitos cruciais do pensamento filosófico – dialética, negação, totalidade, esclarecimento, dentre tantos outros – mas também por servir de inspiração para a crítica de nossa época, seja a partir de suas análises acerca da personalidade autoritária e das pré-condições para a emergência do fascismo, seja a partir de suas observações sobre o bloqueio dos processos emancipatórios por conta da indústria cultural, da integração do proletariado, da introjeção da dominação social. Para contribuir com o desenvolvimento destes debates, a revista ethic@ está organizando um dossiê sobre a teoria crítica de Theodor W. Adorno. Aceitamos artigos focados na análise de suas obras, na recepção de seu pensamento ou simplesmente inspirados em suas indagações.

Dossiê A recepção de À Paz Perpétua / The reception of Toward Perpetual Peace

Dossiê: A recepção de À Paz Perpétua 

 A publicação da obra À paz perpétua de Immanuel Kant em 1795 é um marco na história do direito internacional e reaviva um debate na filosofia política entre realistas (equilíbrio de poder) e idealistas (ética). Kant situa-se numa posição intermediária entre eles; além disso, de um lado se defende um Estado global, de outro se critica o estabelecimento de quaisquer instituições para mediar conflitos. Depois da publicação do opúsculo, pensadores como Jürgen Habermas afirmam que tal projeto ganhou espaço na realidade concreta com a fundação da Liga das Nações em 1919 e sua refundação como Organização das Nações Unidas em 1945. Mas depois de mais de duzentos anos de sua formulação original a proposta precisa de revisões conceituais em importantes aspectos. Por essa razão, a ethic@ - Revista Internacional de Filosofia da Moral está organizando um Dossiê a respeito da recepção de À paz perpétua desde a sua publicação até os dias atuais. A história da recepção dessa obra de Kant é ampla e inclui de resenhas publicadas em periódicos da época de Kant por pensadores como Friedrich Schlegel, Gottlieb Fichte, Friedrich Schütz, Joseph Görres, Friedrich Gentz, até estudos por pensadores contemporâneos como Jürgen Habermas e Axel Honneth. 

 

 

Dossier: The reception of Toward Perpetual Peace 

The publication of Immanuel Kant’s Towards Perpetual Peace in 1795 is an important milestone in the history of international law and revives a debate in political philosophy between realists (balance of power) and idealists (ethics). Kant is in an intermediate position between them; moreover, on the one hand, a global State is defended, on the other hand, the establishment of any institutions to mediate conflicts is criticized. After the publication of Kant’s essay, thinkers such as Jürgen Habermas affirm that this project gained ground in concrete reality with the foundation of the League of Nations in 1919 and its refoundation as the United Nations in 1945. But after more than two hundred years since its original formulation the proposal needs conceptual revisions in important aspects. That is why ethic@ - An international Journal for Moral Philosophy is organizing a Dossier on the reception of Towards Perpetual Peace from its publication in 1795 until the present day. The history of the reception of this work by Kant is extensive and included the reviews published in journals from Kant's time by thinkers like Friedrich Schlegel, Gottlieb Fichte, Friedrich Schütz, Joseph Görres, Friedrich Gentz, as well as studies by contemporary thinkers such as Jürgen Habermas and Axel Honneth.

Dossiê Positivismo Jurídico / Legal Positivism

Dossiê: Positivismo Jurídico  

O positivismo jurídico envolve um conjunto de posições dentro da teoria e filosofia do direito que tem na separação entre direito e moral e/ou justiça uma de suas principais características. Muitas críticas foram formuladas ao positivismo jurídico e aos seus principais postulados após a II Guerra Mundial. Uma das mais contundentes foi a crítica ao formalismo, de acordo com a qual o direito segundo critérios positivistas poderia abrigar injustiças tamanhas como aquelas cometidas pelos regimes totalitários. Nesse contexto, ressurgiu nas teorias do direito o debate a respeito da reaproximação entre o direito e os ideais de justiça e de moralidade. Como uma reação às críticas, na segunda metade do século XX, principalmente a partir do final dos anos de 1970, o positivismo jurídico ganha novo impulso e volta a desempenhar importante papel no debate contemporâneo. O objetivo deste Dossiê é discutir a teoria positivista a partir de seus mais diferentes aspectos e contribuições filosóficas, seja na perspectiva da história das ideias, seja em suas interlocuções com áreas como a metaética ou a política.  Novas avaliações e críticas ao positivismo também são bem vindas.

 

Dossier: Legal Positivism 

 Legal positivism entails a cluster of positions in theory and philosophy of law based on the separation between law and morals and / or justice. It was subject to multiple critiques following World War II. One of the most crucial was that of formalism, which held that the positivist concept of law could permit injustice such as that committed by totalitarian regimes. However, from the 1970s on, legal positivism has gained new momentum and assumed a significant role in contemporary debates. This Dossier aims to address juridical positivism, focusing on its many different facets and using a wide range of philosophical frameworks from the history of ideas to meta-ethics and politics. New appraisals and criticisms to legal positivism are also welcome.

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