Filosofia política e experimentalismo democrático: alternativa para realizar a justiça
DOI:
https://doi.org/10.5007/1677-2954.2014v13n1p204Resumo
Este artigo analisa criticamente a visão geral das principais correntes das Teorias da Justiça. Argumenta que a desatenção à dimensão institucional das sociedades contemporâneas leva-as a uma postura irrealista sobre a possibilidade de concretização da justiça. Apresenta outra visão, baseada no experimentalismo democrático proposto pela filosofia política de Unger, ancorada na ideia de reorganização institucional da sociedade.
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