Alienados e culpados: os cidadãos no republicanismo contemporâneo
DOI:
https://doi.org/10.5007/1677-2954.2010v9n2p267Resumo
O artigo trata de um déficit teórico presente no pensamento neo-republicano dos últimos anos, a saber a falta de qualquer discurso relativo à concentração de poder econômico e político nas mãos de uma minoria. Depois de uma breve exposição de algumas variantes do republicanismo contemporâneo (I), se analisam algumas críticas formuladas por Robert Dahl e Kenneth Baynes (II). Finalmente, são consideradas as posições de Robert Putnam e Benjamin Barber, a fim de desenvolver algumas considerações sobre a questão de se a responsabilidade pela crise atual da democracia deva ser procurada nas atitudes e nos hábitos individuais, ou, antes, em fatores impessoais como os arranjos institucionais e o contexto social, econômico e político no qual os indivíduos se encontram (III).
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