De objeto de políticas a sujeitos da política: dar voz aos pobres
DOI:
https://doi.org/10.5007/1677-2954.2011v10n3p83Resumo
Este artigo pretende (1) fazer algumas considerações preliminares e programáticas sobre a questão da cooperação entre filosofia política e ciências sociais empíricas; (2) oferecer uma estratégia para chegar a uma definição de pobreza que independa de dados quantitativos específicos, embora aponte para a importância deles (uma definição, então, meramente conceitual); (3) apontar para a necessidade de ouvir a voz dos pobres; (4) mostrar as razões da exclusão política dos pobres. Obviamente não se pretende discutir tudo isso de forma exaustiva, mas somente indicar possíveis caminhos a serem explorados.
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