A liga acadêmica de clínica e cirurgia cardíaca: relato de experiência

Jefferson Matsuiti Okamoto, Gabriela Benassi, Luis Daniel Silva Pilatti, Bruna Justus Scheidt, Bárbara Zanon da Luz, Therency Kamila dos Santos, Alessandro Soares Both, Mário Augusto Cray da Costa

Resumo


A Liga Acadêmica de Cardiologia e Cirurgia Cardíaca (LACCOR) é um projeto extensionista desenvolvido por alunos e professores de Medicina da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). A liga proporciona isso na medida em que estabelece o contato do mesmo com a iniciação científica na área da cardiologia, fornecendo de maneira efetiva ao jovem pesquisador a ampliação dos horizontes. Além disso, possibilita o contato do discente com a comunidade, para que aprenda sobre o território e as pessoas que ali vivem, fortalecendo vínculos e aprendendo desde o início sobre a relação médico-paciente. É crucial que os acadêmicos dos cursos de saúde estejam preparados para enfrentar essa nova realidade epidemiológica, através de pesquisas e atividades desenvolvidas que habilitarão esses futuros profissionais no cuidado com as disfunções cardiovasculares.


Palavras-chave


Ligas Acadêmicas; Cardiopatias; Extensão Universitária

Texto completo:

PDF

Referências


ABLAM. Diretrizes Nacionais de Ligas Acadêmicas de Medicina. São Paulo: [s. n.], 2010. Disponível em:< http://ablam.org.br/diretrizes-nacionais/ >. Acesso em: 20/12/2016.

BEAGLEHOLE R.; BONITA R. Global publichealth: a scorecard. Lancet. v.372, n.9654, p.1988-96, 2008.

BRÊTAS, A.C.P.; GAMBA, M.A. Enfermagem e saúde do adulto. Barueri: Manole, 2006.

BUTTLER D. Un targets top killers. Nature. v.477, p. 260-1, 2011.

COELHO, C.F.; BURINI, R.C. Atividade física para prevenção e tratamento das doenças crônicas não transmissíveis e da incapacidade funcional. Revista de Nutrição, v.22, n.6, p.937-946, 2009.

COSTA, A.P.; AFONSO, C.L.; DEMUNER, J.M.M.; MORAES, J.M.; PIRES, W.C. A importância da Liga acadêmica de queimaduras. Revista Brasileira de Queimaduras, v.8, n.3, p.101-105, 2009.

DUNCAN, B. B. et al. Altos coeficientes de mortalidade em populações adultas brasileiras: uma comparação internacional. Revista Associação Brasileira, v. 38, n.3, p.138-44, 2002.

FEDERAÇÃO INTERNACIONAL DE DIABETES. 2009. Disponível em:. Acesso em:20/12/2016.

FERRARA, F.A. et al. Medicina de lacomunidad. Buenos Aires: Intermédia, 1972. 414 p.

GADAMER, H. G., 1994. Dove si NascondelaSalute. Milano: Raffaelo Cortina Editore.

GAMBA, M.A.; TADINI, A.C.O. Processo Saúde-Doença. Mimeografado, 2010.

GUARIGUATA, L. et al. The International Diabetes Federation Diabetes atlas methodology for estimating global and national prevalence of diabetes in adults. Diabetes, v.94, n.3, p.322-32, 2011.

HAMAMOTO FILHO, P.T.; VENDITTI, V.C.; OLIVEIRA, C.C.; VICENTINI, H.C.; SCHELLINI, S.A. Ligas Acadêmicas de Medicina: extensão das ciências médicas à sociedade. Revista Ciência em Extensão, v.7, n.1, p.126-133, 2011.

HAMAMOTO FILHO, P.T. Ligas Acadêmicas: motivações e críticas a propósito de um repensar necessário. Revista Brasileira de Educação Médica, v.35, n.4, p.535-543, 2011.

MARIATH, A.B. et al. Obesidade e fatores de risco para o desenvolvimento de doenças crônicas não transmissíveis entre usuários de unidade de alimentação e nutrição. Cadernos de Saúde Pública, v.23, n.4, p.897-905, 2007.

MONTEIRO, L.L.F.; CUNHA, M.S.; OLIVEIRA, W.L.; BANDEIRA, N.G.; MENEZES, J.V. Ligas Acadêmicas: O Que Há de Positivo? Experiência de Implantação da Liga Baiana de Cirurgia Plástica. Revista Brasileira de Cirurgia Plástica, v.23, n.3, p.158-161, 2008.

NEVES, F.B.C.S. et al. Inquérito nacional sobre as ligas acadêmicas de Medicina Intensiva. Revista brasileira de terapia intensiva, v.20, n.1, p.43-48, 2008.

PÊGO-FERNANDES, P.M.; MARIANI, A.W. O ensino médico além da graduação: ligas acadêmicas. Diagnóstico e Tratamento, v.16, n.2, p.50-51, 2011.

PEREIRA, L.O.; FRANCISCHI, R.P.; LANCHA JR, A.H. Obesidade: hábitos nutricionais, sedentarismo e resistência à insulina. Arquivos Brasileiros de Endocrinologia e Metabologia, São Paulo, v. 47, n. 2, p. 111-127, 2003.

SILVEIRA NETTO E. Atividade física para diabéticos. 1ª ed. Rio de janeiro: Sprint, 2000.

SOCIEDADE BRASILEIRA DE DIABETES. Diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes. SP: AC Farmacêutica, 2015. Disponível em: http://www.diabetes.org.br/images/2015/area-restrita/diretrizes-sbd-2015.pdfAcesso em: 20/12/2016.

WHO.World Health Organization. Obesity: Data and Statistics, 2010. Disponívelem:http://www.euro.who.int/en/health-topics/noncommunicablediseases/obesity/data-andstatistics. Acesso em: 20/12/2016

WHO.World Health Organization. The World Health Report 2005: health systems: improving performance. Geneva: WHO; 2005.




DOI: https://doi.org/10.5007/1807-0221.2018v15n30p56



Extensio: R. Eletr. de Extensão, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil. ISSN 1807-0221.