Liga acadêmica de plantas medicinais: um desafio extracurricular

Autores

  • Karwhory Wallas Lins da Silva Centro Universitário CESMAC
  • Sâmea Keise de Oliveira Silva Centro Universitário CESMAC
  • Daniela Calumby de Souza Gomes Centro Universitário CESMAC
  • Kézia Kewyne Lins da Silva Centro Universitário CESMAC
  • Anne Joisy da Silva Santos Centro Universitário CESMAC
  • Davi da Costa Silva Centro Universitário CESMAC
  • Joana Íris da Silva Barbosa Centro Universitário CESMAC
  • Valéria Cristina de Melo Lopes Centro Universitário CESMAC
  • Josefa Renalva de Macêdo Costa Centro Universitário CESMAC
  • Saskya Araújo Fonseca Centro Universitário CESMAC

DOI:

https://doi.org/10.5007/1807-0221.2019v16n34p85

Palavras-chave:

Ligas Acadêmicas, Plantas Medicinais, Atividades Extracurriculares

Resumo

O objetivo deste trabalho foi relatar as atividades desenvolvidas pela Liga Acadêmica de Plantas Medicinais (LAPLAM). A liga foi criada com o intuito de proporcionar atividades tanto para a comunidade, quanto para seus integrantes. As atividades de ensino foram desenvolvidas durante as aulas teóricas e práticas nas monitorias das disciplinas de Farmacobotânica, Farmacognosia I, Farmacognosia II, Estágio em Manipulação de Fitoterápicos e Fitocosméticos e Toxicologia; Pesquisa e inovação através de iniciação científica, realizando triagem fitoquímica, testes antioxidantes e antimicrobianos; Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC); Extensão/assistência com atividades de fitoterapia em praças, escolas e comunidades de idosos em Maceió. Durante a gestão de 2017, a primeira liga acadêmica do curso de Farmácia proporcionou solidez do conhecimento e preencheu as lacunas gerais da graduação, exigindo uma postura mais ativa dos discentes, permitindo trabalho em equipe, troca de conhecimento com a comunidade e tomada de decisões. A LAPLAM reuniu diversos conhecimentos e atividades relacionadas as plantas medicinais, em um grupo organizado de forma disciplinar e integrada.

Biografia do Autor

Karwhory Wallas Lins da Silva, Centro Universitário CESMAC

Graduação em Farmácia pelo Centro Universitário CESMAC.

Sâmea Keise de Oliveira Silva, Centro Universitário CESMAC

Graduação em Farmácia pelo Centro Universitário CESMAC.

Daniela Calumby de Souza Gomes, Centro Universitário CESMAC

Graduação em Biomedicina pelo Centro Universitário CESMAC.

Kézia Kewyne Lins da Silva, Centro Universitário CESMAC

Graduação em Nutrição pelo Centro Universitário CESMAC.

Anne Joisy da Silva Santos, Centro Universitário CESMAC

Graduanda em Farmácia pelo Centro Universitário CESMAC.

Davi da Costa Silva, Centro Universitário CESMAC

Graduando em Farmácia pelo Centro Universitário CESMAC.

Joana Íris da Silva Barbosa, Centro Universitário CESMAC

Graduação em Farmácia pelo Centro Universitário CESMAC.

Valéria Cristina de Melo Lopes, Centro Universitário CESMAC

Farmacêutica pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Especialista em Cências da Saúde pela Universidade Estadual de Ciências da Saúde (UNCISAL). Mestre em em Saúde Coletiva pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Coordenadora do Curso de Farmácia do Centro Universitário CESMAC.

Josefa Renalva de Macêdo Costa, Centro Universitário CESMAC

Farmacêutica pelo Centro Universitário Cesmac (CESMAC). Especiliasta em Tecnologia Industrial Farmacêutica pelo Centro Universitário Cesmac (CESMAC). Mestre em Educação pela Universidad de la Empresa (UDE). Docente do Centro Universitário CESMAC.

Saskya Araújo Fonseca, Centro Universitário CESMAC

Bióloga pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL). Farmacêutica pelo Centro Universitário Cesmac (CESMAC). Especiliasta em Biodiversidade e Manejo em Unidades de Conservação pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL). Mestre em Pesquisa em Saúde pelo Centro Univesitário Cesmac. Doutoranda em Biotecnologia pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL). Docente do Centro Universitário CESMAC.

Referências

ALBUQUERQUE et al. Estudo etnobotânico de plantas medicinais comercializadas em feiras livres de Cuiabá-MT, Brasil. In: Seminário de Iniciação Científica do UNIVAG, III, Cuiabá, 2015. Anais. Cuiabá: Centro Universitário de Várzea Grande, 2015.

ALUNOS DO CURSO DE FARMÁCIA DA OSWALDO CRUZ CRIAM LIGA ACADÊMICA. [online]. Disponível em: http://www.oswaldocruz.br/conteudo_ler.asp?id_conteudo=24206. Acesso em: 05 fev. 2018.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Portaria nº 971 de 03 de maio de 2006. Aprova a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) no Sistema Único de Saúde. Brasília, 2006a. Diário Oficial [da] União.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Departamento de Assistência Farmacêutica. Decreto nº 5.813 de 22 de junho de 2006. Aprova a Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos. Brasília: Ministério da Saúde, 2006b. Diário Oficial [da] União.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Departamento de Assistência Farmacêutica. Aprova o Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos. Brasília: Ministério da Saúde, 2007. Diário Oficial [da] União. Acesso em: 09 fev. 2017.

CHIARI, B. G. Desenvolvimento, avaliação da eficácia e segurança de fitocosmético contendo extrato de Psisium guajava L. 2011. 151 p. Dissertação (Mestrado em Ciências Farmacêuticas) – Universidade Estadual de São Paulo, Araraquara, 2011.

CONSELHO FEDERAL DE BIOMEDICINA – CFBM. Resolução nº 241. Dispões sobre atos do profissional biomédico com habilitação em biomedicina estética e regulamenta a prescrição por este profissional para fins estéticos. Brasília: Conselho Federal de Biomedicina; 2014. Disponível em: http://crbm1.gov.br/novosite/wp-content/uploads/2013/12/RESOLUCAOCFBM-n-241-2014.pdf. Acesso em: 10 fev. 2017.

CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM – COFEN. Resolução COFEN 197/1997. Estabelece e reconhece as terapias alternativas como especialidade e/ou qualificação do profissional de enfermagem. [Internet]. Brasília: Conselho Federal de Enfermagem; 2002. Disponível em: http://www.cofen.gov.br/resoluo-cofen-1971997_4253.html. Acesso em: 10 fev. 2017

CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA – CFF. Resolução nº 585. Regulamenta as atribuições clínicas do farmacêutico e dá outras providências. Brasília: Conselho Federal de Farmácia; 2013. Disponível em: http://www.cff.org.br/userfiles/file/resolucoes/585.pdf. Acesso em: 10 fev. 2017.

CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA – CFF. Resolução nº 586. Regula a prescrição farmacêutica e dá outras providências. Conselho Federal de Farmácia; 2015. Disponível em: http://www.cff.org.br/userfiles/file/resolucoes/586.pdf. Acesso em: 10 fev. 2017.

CONSELHO FEDERAL DE FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL – COFFITO. Resolução nº 380/2010. Regulamenta o uso pelo Fisioterapeuta das Práticas Integrativas e Complementares de Saúde e dá outras providências. Conselho Federal de Fisioterapia; 2010. Disponível em: http://www.crefito3.org.br/dsn/pdfetica/Res%20Coffito%20380-2010%20-%20Pr%C3%A1ticas%20Integrativas.pdf. Acesso em: 10 fev. 2017.

CONSELHO FEDERAL DE NUTRIÇÃO – CFN. Resolução nº 525. Regulamenta a prática da fitoterapia pelo nutricionista, atribuindo-lhe competências para, nas modalidades que especifica, prescrever plantas medicinais, drogas vegetais e fitoterápicos como complemento da prescrição dietética e, dá outras providências. Brasília: Conselho Federal de Nutrição; 2013. Disponível em: http://www.cfn.org.br/wp-content/uploads/resolucoes/Res_525_2013.htm. Acesso em: 10 fev. 2017.

CONSELHO FEDERAL DE NUTRIÇÃO – CFN. Resolução nº 556. Altera as Resoluções nº 416, de 2008, e nº 525, de 2013, e acrescenta disposições à regulamentação da prática da Fitoterapia para o nutricionista como complemento da prescrição dietética. Brasília: Conselho Federal de Nutrição; 2015. Disponível em: http://www.cfn.org.br/wp-content/uploads/resolucoes/Res_556_2015.htm. Acesso em: 10 fev. 2017.

CONSELHO FEDERAL DE ODONTOLOGIA – CFO. Resolução 81/2008. Reconhece e regulamenta o uso pelo cirurgião-dentista de práticas integrativas e complementares à saúde bucal. Rio de Janeiro: Conselho Federal de Odontologia; 2008. Disponível em: http://www.croma.org.br/normas/F/federal_2008_109.pdf.

FARIAS, L. F.; BORGES, F. V.; PEREIRA, M. P. Levantamento etnofarmacológico de plantas medicinais utilizadas no bairro jardim primavera, Alta Floresta - MT. Enciclopédia Biosfera, Goiânia, v. 11, n. 21, p. 3225-3235, 2015.

FERNANDES, A. S. F. Propriedades nutricionais, nutracêuticas e antioxidantes de espécies silvestres condimentares utilizadas na gastronomia tradicional do nordeste transmontano. 2010. 63 p. Dissertação (Mestrado em Qualidade e Segurança Alimentar) – Instituto Politécnico de Bragança, Bragança, 2010.

GIRALDI, M.; HANAZAKI, N. Uso e conhecimento tradicional de plantas medicinais no Sertão do Ribeirão, Florianópolis, SC, Brasil. Acta Botanica Brasilica, Belo Horizonte, v. 24, n. 2, p. 395-406, 2010.

HAMAMOTO FILHO, P. T. Ligas acadêmicas: motivações e críticas a propósito de um repensar necessário. Revista Brasileira de Educação Médica, v. 35, n. 4, p. 535-543, 2011. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rbem/v35n4/a13v35n4.pdf. Acesso em: 15 nov. 2016.

LAFAC – LIGA ACADÊMICA DE FARMÁCIA CLÍNICA. [online]. Disponível em: http://proex.univasf.edu.br/ligas-academicas-univasf/ligas-existentes/lafac-liga-academica-academica-de-farmacia-clinica/. Acesso em: 15 fev. 2018.

LIGA ACADÊMICA DE FARMÁCIA CLÍNICA. [online]. Disponível em: http://escoladefarmacia.ufop.br/liga-acadêmica-de-farmácia-clínica-0. Acesso em: 14 fev. 2018.

LORENZI, H.; MATOS, F. J. A. Plantas Medicinais no Brasil: nativas e exóticas. São Paulo: Instituo Plantarum; 2002.

MARTELLI, A.; CARVALHO, L. A. H. B. Percepção dos moradores do distrito de Eleutério, município de Itapira-SP, acerca da utilização de plantas medicinais. Archives of Health Investigation, [S. l.], v. 8, n. 2, p. 79-84, 2019.

MESQUITA, A. D. G.; SIQUEIRA, A. C. R. Ligas acadêmicas das ciências da saúde na Universidade Federal de Goiás. Revista Participação, v. 17, p. 84-85, 2017. Disponível em: http://periodicos.unb.br/index.php/participacao/article/viewFile/5974/4945. Acesso em: 09. abr. 2009.

PÊGO-FERNANDES, P. M.; MARIANI, A. W. O ensino médico além da graduação: ligas acadêmicas. Diagnóstico & Tratamento, v. 16, n. 2, p. 50-51, 2011. Disponível em: http://files.bvs.br/upload/S/1413-9979/2011/v16n2/a2048.pdf. Acesso em: 28 nov. 2016.

QUEIROZ, S. S. et al. A importância das ligas acadêmicas na formação profissional e promoção da saúde. Fragmentos de cultura, v. 4, p. 73-78, 2014. Disponível em: http://seer.pucgoias.edu.br/index.php/fragmentos/article/download/3635/2125. Acesso em: 09 abr. 2009.

SANTOS, K. M. et al. A importância da liga acadêmica para a formação do nutricionista e enfermeiro. In: Simpósio Nacional de Ciência, Tecnologia e Sociedade, VII, Brasília, 2017. Anais... Brasília: Associação Brasileira de Estudos Sociais das Ciências e das Tecnologias, 2017. Disponível em: http://apps.cofen.gov.br/cbcenf/sistemainscricoes/anais.php?evt=12&sec=91&niv=6.1&mod=2&con=9440&pdf=1. Acesso em: 08 jan. 2017.

SILVA, D. G. A.; SILVA, N. B. P.; CUNHA, N. J. S. Relato de experiência: liga acadêmica de saúde coletiva abordagem multidisciplinar e ações educativas. In: Congresso Brasileiro dos Conselhos de Enfermagem, Belém, 2014. Anais... Belém: Conselho Federal de Enfermagem, 2014. Disponível em: http://apps.cofen.gov.br/cbcenf/sistemainscricoes/anais.php?evt=12&sec=91&niv=6.1&mod=2&con=9440&pdf=1. Acesso em: 08 jan. 2017.

SILVA, D. P. et al. Proposição, fundação, fundação e consolidação de uma liga acadêmica. Revista de Enfermagem, v. 12, n. 5, p. 486-492, 2018. Disponível em: https://periodicos.ufpe.br/revistas/revistaenfermagem/article/viewFile/234589/28969. Acesso em: 09 abr. 2009.

SILVA, J. H. S. et al. Implantação de uma liga acadêmica de anatomia: desafios e conquistas. Revista de Educação Médica, v. 39, n. 2, p. 310-315, 2015. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rbem/v39n2/1981-5271-rbem-39-2-0310.pdf. Acesso em: 09 abr. 2009.

TAVARES, A. P. et al. O “Currículo Paralelo” dos estudantes de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais. Revista Brasileira de Educação Médica, v. 31, n. 3, p. 254-265, 2007. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rbem/v31n3/08.pdf. Acesso em: 22 nov. 2016.

TOMAZZONI, M. I.; NEGRELLE, R. R. B. CENTA, M. L. Fitoterapia popular: a busca instrumental enquanto prática terapeuta. Texto e Contexto – Enfermagem, Florianópolis, v. 15, n. 1, mar. 2006.

VIEIRA, E. M. et al. O que fazem depois da aula? As atividades extracurriculares dos alunos de ciências médicas da FMRP-USP. Medicina, v. 37, p. 84-90, 2004. Disponível em: http://www.revistas.usp.br/rmrp/article/view/480/479. Acesso em: 22 nov. 2016.

Downloads

Publicado

2019-12-19