Vinculaciones establecidas por equipos de salud familiar en el contexto de sociocomunidad de niños y adolescentes
DOI:
https://doi.org/10.5007/1807-0221.2021.e71476Resumen
El objetivo es analizar como los equipos de salud familiar reconocen el contexto social de las familias con niños y adolescentes y se vinculan con estas estructuras sociocomunitarias. Estudio observacional, exploratório com tres equipos de salud de la familia que contaron con el Programa Integrado de Residencia Multiprofesional de Salud. Observación activa del territorio y entrevistas semiestructuradas com los equipos, entre julio y septiembre de 2018. Se evaluó vínculo que estos equipos tenían com el contexto social. Identificaron 43 establecimientos sociales. Trabajadores comunitarios de la salud comprendieron el mayor número de encuestados (35%), 82,3% de los participantes informaron vínculos significativos con todos los servicios de educación formal y com la mayoría de los servicios de salud formales. Inexistencia de vínculos se atribuyó a falta de relaciones cotidianas con recursos formales e informales del territorio. Contribuye a la comprensión de relaciones sociocomunitarias, incluida perspectiva de intervención intersectorial para ampliar atención resolutiva.
Citas
CAMARGO, F. C.; GARCIA, L. A. A.; WALSH, I. A. P. de; EMILIO, M. M.; COELHO, V. H. M.; PEREIRA, G. de A. Formação para o trabalho na estratégia saúde da família: experiência da residência multiprofissional em saúde. RevEnferm Atenção Saúde, Uberaba, v. 7, n. 1, p. 190-9, jan./jul. 2018. Disponível em: http://seer.uftm.edu.br/revistaeletronica/index.php/enfer/article/view/2127. Acesso em: 14 mar. 2019.
CUNHA, E. P.; SILVA, E. D.; GIOVANETTI, M. A. G. C. (org.). Enfrentamento à violência sexual infanto-junevil: expansão do PAIR em Minas Gerais. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2008. Disponível em: http://pair.ledes.net/gestor/titan.php?target=openFile&fileId=214. Acesso em: 10 abr. 2019.
EMPRESA BRASILEIRA DE SERVIÇOS HOSPITALARES. Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Triângulo Mineiro. Gerência de Ensino e Pesquisa. Pesquisa e inovação tecnológica. Uberaba, MG: EBSERH, 2015. Disponível em: http://www2.ebserh.gov.br/web/hc-uftm/setor-de-gestao-da-pesquisa-e-inovacao-tecnologica. Acesso em: 03 maio 2019.
FELDNER, C. B.; CUSSOLIM, F. D.; MARTINS, L. C. N.; FELICIDADE, P. J.; CAMARGO, F. C. La prácticadel enfoque familiar enel contexto de laatención primaria: estudio de caso comparado. Cultura de los Cuidados, Valencia, v. 22, n. 52, p. 142-52, 3er Cuad. 2018. Disponível em: Recuperado de https://rua.ua.es/dspace/bitstream/10045/85354/1/CultCuid_52-142-152.pdf
PAREJA, J. M. D.; GUERRA, F. F.; VIEIRA, S. R.; TEIXEIRA, K. M. D. A produção do espaço e sua relação no processo de saúde - doença familiar. Saúde Soc., São Paulo, v. 25, n. 1, p. 133-44, 2016. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/sausoc/v25n1/1984-0470-sausoc-25-01-00133.pdf. Acesso em: 18 mar. 2019.
PENNAFORT, V. P. S.; QUEIROZ, M. V. O.; NASCIMENTO, L. C.; GUEDES, M. V. C. Rede de apoio social no cuidado familiar da criança com diabetes. RevBrasEnferm., Brasília, DF, v. 69, n. 5, p. 912-9, set./out. 2016. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/reben/v69n5/0034-7167-reben-69-05-0912.pdf.
Acesso em: 13 abr. 2019.
PINTO, A. G. A.; JORGE, M. S. B.; MARINHO, M. N. A. de S. B.; VIDAL, E. C. F.; AQUINO, P. de S.; VIDAL, E. C. F. Vivências na Estratégia Saúde da Família: demandas e vulnerabilidade no território. Rev. Bras. Enferm., Brasília, DF, v. 70, n. 5, p. 970-7, set./out. 2017. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/reben/v70n5/pt_0034-7167-reben-70-05-0920.pdf. Acesso em: 08 maio 2019.
SANTOS, D. S.; MISHIMA, S. M.; MERHY, E. E. Processo de trabalho na Estratégia Saúde da Família: potencialidades da subjetividade do cuidado para a configuração do modelo de atenção. Ciênc. Saúde Colet., Rio de Janeiro, v. 23, n. 3, p. 861-70, 2018. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/csc/v23n3/1413-8123-csc-23-03-0861.pdf. Acesso em: 18 abr. 2019.
SILVA, M. E. A.; MOURA, F. M. de; ALBUQUERQUE, T. M.; REICHERT, A. P. da S.; COLLET, N. Rede de apoio social na doença crônica infantil: compreendendo a percepção da criança. Texto & Contexto Enferm., Florianópolis, v. 26, n. 1, p. 1-10, 2017. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/tce/v26n1/pt_0104-0707-tce-26-01-e6980015.pdf. Acesso em: 15 abr. 2019.
SOUZA, J.; ALMEIDA, L. Y. de; VELOSO, T. M. C.; BARBOSA, S. P.; VEDANA, K. G. G. Estratégia de Saúde da Família: recursos comunitários na atenção à saúde mental. Acta Paul. Enferm., São Paulo, v. 26, n. 6, p. 594-600, 2013. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/ape/v26n6/14.pdf. Acesso em: 25 mar. 2019.
UDE, W. Enfrentamento a violência sexual infanto-juvenil e construção de redes sociais produção de indicadores e possibilidades de intervenção. In: CUNHA, E. P.; SILVA, E. M.; GIOVANETI, M. A. C. Enfrentamento à violência sexual infanto-juvenil: expansão do PAIR em Minas Gerais. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2018. parte I: fundamentos, p. 30-60.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIANGULO MINEIRO. Residência Integrada Multiprofissional em Saúde: projeto pedagógico. Uberaba, MG: UFTM; 2010. Disponível em http://www.uftm.edu.br/lato-sensu/residencia-integrada-multiprofissional-e-uniprofissional/projeto-pedagogico. Acesso em: 12 mar. 2019.
WRIGHT, L.; LEAHEY, M. Enfermeiras e famílias: um guia para a avaliação e intervenção na família. 4. ed. São Paulo: Roca, 2009.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Los autores conservan los derechos de autor y los derechos de publicación sobre sus obras, sin restricciones.
Al enviar sus trabajos, los autores conceden a la Revista Extensio el derecho exclusivo de primera publicación, quedando la obra simultáneamente licenciada bajo la Licencia Creative Commons Atribución-No Comercial-Compartir Igual 4.0 Internacional (CC BY-NC-SA 4.0). Esta licencia permite que terceros remezclen, adapten y creen a partir del trabajo publicado, siempre que se otorgue el debido crédito a la autoría y a la publicación original en esta revista. No se permite el uso con fines comerciales. En caso de adaptaciones, transformaciones o creaciones derivadas, estas deberán distribuirse bajo la misma licencia.
Los autores también pueden celebrar acuerdos adicionales, de forma separada, para la distribución no exclusiva de la versión publicada del trabajo en esta revista (por ejemplo: depósito en repositorios institucionales, publicación en sitios personales, traducciones o inclusión como capítulo de libro), siempre que se reconozca la autoría y la publicación inicial en la Revista Extensio, conforme a los términos de la Licencia Creative Commons Atribución-No Comercial-Compartir Igual 4.0 Internacional (CC BY-NC-SA 4.0).
