Relação entre unidades de conservação e a legislação ambiental brasileira: um estudo de caso na Região Sul

Autores

  • Agnes Orzechowski Faculdade Avantis
  • Veraldo Liesenberg Technische Universität Bergakademie Freiberg

DOI:

https://doi.org/10.5007/2177-5230.2009v24n48p131

Palavras-chave:

Unidades de conservação, Plano diretor, Vale do Itajaí

Resumo

 

As Unidades de Conservação podendo atualmente ser classificadas como de proteção integral ou de uso sustentável, trazem ao Poder Público a possibilidade de categorizar novas áreas de acordo com a finalidade e suas características. O objetivo desse trabalho foi descrever o estado da arte, e discutir sobre as alternativas na categorização de Unidades de Conservação em nível municipal. O Estudo de caso foi desenvolvido no município de Pomerode (Estado de Santa Catarina, Brasil). Observa-se que maiores estudos em relação a viabilidade econômica e social devem ser consideradas, principalmente quando se tratar de uma área que necessite da desapropriação das terras.  Na maioria das situações analisadas não há previsão orçamentária para este fim e essas áreas contribuem somente para fins estatísticos e não para a preservação da biodiversidade.

Biografia do Autor

Agnes Orzechowski, Faculdade Avantis

Possui graduação em Ciências Biológicas pela Fundação Universidade do Contestado (2005). Desenvolveu estudos na área de etologia de grandes felinos (Panthera onca, Panthera leo, Panthera tigris) e de primatas (Cebus apella). É especialista em Gestão ambiental (2008), atua na consultoria ambiental a empresas e a criatórios.

Veraldo Liesenberg, Technische Universität Bergakademie Freiberg

Atualmente é bolsista CNPq/DAAD no curso de doutoramento em "Environmental and Material Science, Technology, and Management" da "Freiberg University of Mining and Technology" em parceria com a "Dresden University of Technology" Alemanha. Tem experiência na área de Recursos Florestais e Engenharia Florestal, com ênfase em Sensoriamento Remoto aplicado a vegetação, atuando principalmente nos seguintes temas: sensoriamento remoto óptico e de microondas; monitoramento sazonal da vegetação e modelagem ambiental.

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Publicado

2009-01-01

Edição

Seção

Artigos