A devastação anti-ecológica do capital

Gilberto Felisberto Vasconcellos

Resumo


 

Este artigo está centrado na ideia de que a acumulação de capital é anti-ecológica. O lucro é incompatível com a preservação da natureza. A crise desta, consubstanciada atualmente no aquecimento global, é ocasionada não por motivos naturais, mas sim por imperativos de um modo social e econômico de produção, que tem feito uso desde a revolução industrial dos combustíveis fósseis: carvão mineral e petróleo. A alternativa para a devastação ecológica encontra-se na produção da energia vegetal localizada sobretudo nas regiões intertropicais, sendo o Brasil o maior país tropical do planeta.


Palavras-chave


Energia; Economia Política; Geografia; Tropico

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DOI: https://doi.org/10.5007/2177-5230.2017v32n63p249

Geosul, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil. eISSN 2177-5230

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