La La Escasez como Principio Rector del Análisis Marginalista y el Pecado Original de la “Ciencia Económica”

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.5007/2177-5230.2025.e107989

Palabras clave:

Escasez, Sustitución, Equilibrio, Pleno empleo, Distribución del ingreso

Resumen

La escasez relativa, tanto de bienes como de factores de producción, constituye la categoría analítica central para la determinación de sus respectivos precios relativos, según el enfoque marginalista. Sin embargo, la funcionalidad del índice de escasez presenta también ciertos límites, especialmente en lo que respecta a la condición de pleno empleo de los factores productivos. Este artículo analiza cómo actúan dichas limitaciones, señalando los casos problemáticos en el poder explicativo de la relación entre escasez y precios, así como de las derivaciones de agregados macroeconómicos resultantes de esa relación, como el volumen y la distribución del ingreso. En este sentido, contribuye al evidenciar el carácter problemático o incluso equivocado del uso del índice neoclásico de escasez relativa para valorar bienes y factores en contextos de ociosidad de recursos y/o de reproductibilidad productiva en la economía.
Palabras clave: escasez, sustitución, equilibrio, pleno empleo, distribución del ingreso.
Clasificación JEL: B12, B13, D31, P51

Biografía del autor/a

Vivian Garrido Moreira, Universidade Federal de Santa Catarina

Economista formada pela UERJ com mestrado em Economia da Industria e da tecnologia pela UFRJ e doutorado em Economia do Desenvolvimento pela FEA-USP

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Publicado

2025-12-19

Número

Sección

Artigos