Ser camponês,ser “remanescente de quilombos"

Cíntia Beatriz Müller

Resumo


A existência de um campesinato
negro na região do quilombo de Morro
Alto/RS e as transformações locais
advindas da construção de duas
rodovias que cortam seu território são
parte da história desta região,
influenciando um estilo de vida.
Tomando como ponto de partida
a dupla condição de exclusão, política
e econômica, como negro e como
camponês, proponho discutir a
construção da identidade política de
“remanescentes de quilombos” como
uma das possibilidades de posicionamento
de tais pessoas ante processos
de interação com poderes públicos.
Tal reenquadramento traz
consigo implicações políticas e lutas
simbólicas reveladoras de tensões que
permeiam uma parte dos estudos do
campesinato.

Palavras-chave


campesinato negro;quilombo; identidade política;“remanescentes de quilombos”;políticas públicas

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DOI: https://doi.org/10.5007/%25x

Ilha R. Antr., Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC,  Florianópolis, SC, Brasil, ISSNe 2175-8034