SANTOS, Selma Cristina dos. Quando a morte pede passagem: narrativas e silêncios em cuidados paliativos oncológicos domiciliares. Goiânia: Cegraf UFG, 2024.

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5007/2175-8034.2025.e107499

Palavras-chave:

Resenha, Cuidados paliativos, Antropologia da Saúde, Morte, Morrer

Resumo

A obra “Quando a morte pede passagem: narrativas e silêncios em cuidados paliativos oncológicos domiciliares” é resultado da tese de doutorado defendida em 2020 no Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal de Goiás. A autora, graduada em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Goiás, mestre em Antropologia Social pela Universidade de Brasília e doutora pela mesma instituição que acolheu sua formação inicial, seguiu como pós-doutoranda no mesmo programa, aprofundando investigações sobre os modos de cuidado, vida e finitude

Biografia do Autor

Esmael Alves de Oliveira, Universidade Federal da Grande Dourados

Doutor em Antropologia Social (PPGAS/UFSC), docente do curso de Psicologia e dos Programas de Pós-Graduação em Antropologia (PPGAnt) e Psicologia (PPGPsi) da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD).

Referências

BIEHL, João. Antropologia do devir: psicofármacos – abandono social – desejo. Revista de Antropologia, São Paulo, v. 51, n. 2, p. 413-449, 2008.

BONET, Otavio A. R. De restos e sofrimentos: sobre fazer etnografias em serviços de saúde. In: NEVES, Ednalva; LONGHI, Márcia; FRANCH, Mónica. (org.). Antropologia da saúde: ensaios em políticas da vida e cidadania. João Pessoa: Mídia Gráfica e Editora Ltda, 2018. p. 23-48.

BONET, Otavio A. R. Itinerações e malhas para pensar os itinerários de cuidado. A propósito de Tim Ingold. Sociologia & Antropologia, v. 4, p. 327-350, 2014.

DAS, Veena. Life and Words: violence and the descent into the ordinary. Berkeley, Los Angeles; London: University of California Press, 2007.

FAVRET-SAADA, Jeanne. Ser afetado. Cadernos de Campo, São Paulo, v. 13, n. 13, p. 155-161, 2005.

FLEISCHER, Soraya; FERREIRA, Jaqueline (org.). Etnografias em serviços de saúde. Rio de Janeiro: Garamond, 2014.

PASSAMANI, Guilherme R. O corpo e o sexo do antropólogo: reflexões sobre desejo, prazer e limites éticos na pesquisa etnográfica. Horizontes Antropológicos, Porto Alegre, v. 31, p. 1-30, 2025.

SANTOS, Solange Camilo dos. “Ninguém fica pra semente”: sentidos de vida e morte de pacientes cardiopatas e seus cuidadores. 2026. 98p. Dissertação (Mestrado em Psicologia) –Universidade Federal da Grande Dourados, Dourados, 2025.

VÍCTORA, Ceres Gomes; RUAS NETO, Antonio Leite. “Querem matar os últimos Charruas”: sofrimento social e “luta” de indígenas que vivem nas cidades. Revista Anthropológicas, Recife, v. 22, p. 35-58, 2011.

Downloads

Publicado

2026-07-06

Como Citar

ALVES DE OLIVEIRA, Esmael. SANTOS, Selma Cristina dos. Quando a morte pede passagem: narrativas e silêncios em cuidados paliativos oncológicos domiciliares. Goiânia: Cegraf UFG, 2024. Ilha Revista de Antropologia, Florianópolis, v. 27, n. 3, 2026. DOI: 10.5007/2175-8034.2025.e107499. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/ilha/article/view/107499. Acesso em: 11 jul. 2026.

Edição

Seção

Resenhas