Mulheres e homens do Serviço Social no Chile

Juan Elías Aspeé, José Alejandro González Campos

Resumo


O propósito deste estudo foi analisar se o Serviço Social continua sendo uma profissão estudada e exercida majoritariamente por mulheres, e conhecer o quanto os homens têm avançado neste campo. Para isso, foi realizada uma pesquisa descritiva que detalha frequências absolutas e relativas do número de pessoas matriculadas e graduadas desde 2007 a 2016, em todos os níveis e tipos de instituições em que são emitidas certificações de Serviço Social no Chile. O estudo conclui que 81% dos estudantes de Serviço Social (técnico e profissional) foram mulheres e que 19% foram homens, proporção que se repete aproximadamente entre os graduados, fato que acentua a distância entre os sexos. O Serviço Social foi, é, e, segundo os dados, continuará sendo exercido e estudado predominantemente por mulheres, concentrado em institutos profissionais, privados e técnicos.

Palavras-chave


Feminilização; Masculinização; Educação Superior; Chile; Serviço Social; Mercado Acadêmico

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DOI: https://doi.org/10.1590/1982-02592018v21n1p178

R. Katál. Florianópolis, Santa Catarina, Brasil eISSN: 1982-0259  

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