Territorialidade quilombola e trabalho: relação não dicotômica cultura e natureza

Maria Sueli Rodrigues de Sousa, Joaquim José Ferreira dos Santos

Resumo


O artigo traz a discussão sobre trabalho e territorialidade quilombola como processos não dicotômicos se tomada a categoria trabalho como não mediada por proprietários dos meios de produção, em que a relação cultura e natureza ocorre numa dinâmica em que o ser humano faz a si e o meio onde vive e trabalha. A pergunta orientadora é: de que modo a territorialidade quilombola supera a dicotomia cultura e natureza? E é orientado pelo pressuposto de que a superação da relação dicotômica cultura e natureza se dá pela não interferência de proprietários nem da terra nem dos meios de produção na referida relação. O texto está organizado em três partes: a categoria trabalho; as comunidades quilombolas e a apropriação comunal. O texto foi produzido no âmbito de uma pesquisa sobre a constitucionalidade das terras de quilombo e é resultado de pesquisa bibliográfica e documental.

Palavras-chave


Trabalho; Territorialidade quilombola; Propriedade comunal

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DOI: https://doi.org/10.1590/1982-02592019v22n1p201

R. Katál. Florianópolis, Santa Catarina, Brasil eISSN: 1982-0259  

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