Diário da Tarde de Ilhéus – lugar Memória

Autores

  • Antonio Santos Barreto Universidade Esradual de Santa Cruz - UESC
  • Cláduio Carmo Gonçalves Professor adjunto da Universidade Estadual de Santa cruz - UESC

DOI:

https://doi.org/10.5007/2175-7917.2011v16n2p23

Palavras-chave:

Jornal, Lugar de Memória, Suplemento, Colunas.

Resumo

Este artigo tem por objetivo central inseri o jornal “Diário da Tarde”, de Ilhéus como lugar de memória desta cidade região do Cacau no sul da Bahia. Para tal, foi feita uma pesquisa que buscou localizar, identificar e caracterizar páginas e suplemento literário no jornal que foi fundado em 10 de Fevereiro de 1928 e funcionou até o ano de 1998. Por meio de uma abordagem qualitativa, foi possível perceber que os espaços destinados aos textos literários se davam em colunas como “Conto da Semana”, “Vesperal” e “Cosmorama”. Segundo Pierre Nora os lugares de memória nascem e vivem do sentimento que não existe memória espontânea, que é preciso criar arquivos, manter os aniversários, organizar as celebrações, pronunciar as honras fúnebres, estabelecer contatos, porque estas operações não são naturais. A importância das publicações literárias no jornal pode ser vista a partir das crônicas, contos, resenhas, notas de divulgação de prêmios recebidos por autores como Gilberto Freyre, pelo livro “Casa Grande & Senzala” e permeiam os anos de 1931, 1933 e 1935.

Biografia do Autor

Antonio Santos Barreto, Universidade Esradual de Santa Cruz - UESC

Mestrando em Letras da Universidade Estadual de Santa Cruz - Uesc

Cláduio Carmo Gonçalves, Professor adjunto da Universidade Estadual de Santa cruz - UESC

Professor pós-doutor em Literatura Comparada pela Universidade de Lisboa

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Publicado

2011-10-17

Como Citar

Barreto, A. S., & Gonçalves, C. C. (2011). Diário da Tarde de Ilhéus – lugar Memória. Anuário De Literatura, 16(2), 23-40. https://doi.org/10.5007/2175-7917.2011v16n2p23

Edição

Seção

Artigos