Augusto Roa Bastos: imagen(s) do exílio

Autores

  • Valdir Olivo Júnior Universidade Federal de Santa Catarina

DOI:

https://doi.org/10.5007/2175-7917.2011v16n2p8

Palavras-chave:

Augusto Roa Bastos, Cinema, Exílio

Resumo

Ao interrogar o sentido da escolha do escritor paraguaio Augusto Roa Bastos em voltar-se para o cinema e compor roteiros, este artigo propõe problematizar a relação entre cinema e exílio partindo da concepção de montagem e sua potencialidade em exilar blocos de imagens e criar fantasmas. A montagem, que corresponde ao conceito de “poética das variações” desenvolvido pelo escritor, se constitui como itinerário da memória à contravida que regressa a uma origem sempre perdida e se faz imaginário, como conjunto de imagens inventadas e exiladas.

 

Biografia do Autor

Valdir Olivo Júnior, Universidade Federal de Santa Catarina

Doutorando em Teoria Literária pela Universidade Federal de Santa Catarina

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Publicado

2011-10-17

Como Citar

OLIVO JÚNIOR, V. Augusto Roa Bastos: imagen(s) do exílio. Anuário de Literatura, [S. l.], v. 16, n. 2, p. 8-22, 2011. DOI: 10.5007/2175-7917.2011v16n2p8. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/literatura/article/view/2175-7917.2011v16n2p8. Acesso em: 26 out. 2020.

Edição

Seção

Artigos