Rosiclea Campos no judô feminino brasileiro

Autores

  • Gabriela Conceição de Souza Universidade do Estado do Rio de Janeiro
  • Sebastião Josué Votre Universidade do Estado do Rio de Janeiro
  • Maria Claudia Pinheiro Instituto Superior da Maia
  • Fabiano Pries Devide Instituto de Educação Física da Universidade Federal Fluminense

DOI:

https://doi.org/10.1590/%25x

Palavras-chave:

Esporte, Judô Feminino, Gênero, História de Vida

Resumo

Após uma trajetória de décadas à sombra do judô masculino, as mulheres começaram a participar de competições internacionais com mais frequência, chegando, em 2012, à conquista do ouro olímpico. Os objetivos deste trabalho são identificar e interpretar as percepções da técnica da seleção brasileira de judô feminino, desde sua chegada à seleção brasileira, em 2000, até a conquista do ouro olímpico, em 2012. Utilizamos o método de história de vida que tem a técnica campeã como centro de interesse. As categorias analíticas são “dificuldades enfrentadas”, “alternativas disponíveis” e “decisões tomadas”. O estudo constata que Rosiclea Campos rompeu o “teto de vidro”, que dificulta às mulheres galgar posições de comando no esporte.

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Publicado

2015-05-26

Edição

Seção

Artigos