Subjetividades femininas na ópera oitocentista: notas sobre Norma, La Traviata e Carmen

Autores

  • Carmem Kummer Liblik Doutora em História - UFPR

DOI:

https://doi.org/10.1590/%25x

Palavras-chave:

Gênero, Cultura Operística, Mulheres, Século XIX

Resumo

Além da importância musical e teatral, as óperas oitocentistas representam, na cultura ocidental, uma inestimável importância narrativa-textual que proporcionou, junto com a cultura literária e artística da época, a configuração de subjetividades de gênero, especialmente aquelas relacionadas ao feminino. As análises de Norma, La TraviataCarmen permitem avaliar as subjetividades femininas que eram representadas por suas protagonistas e como elas se relacionavam com seus desejos, afetos e pares amorosos. Partimos de uma leitura feminista e de gênero que tem por objetivo estudar as múltiplas possibilidades que o feminino foi representado nesta arte, vinculando-o com as principais agências que se tornaram responsáveis pela produção das subjetividades das mulheres do século XIX e que se estendem até os dias atuais: sexualidade, amor, filhos e matrimônio.

 

Biografia do Autor

Carmem Kummer Liblik, Doutora em História - UFPR

Mestre e doutora em História pela Universidade Federal do Paraná. Integrante da linha de pesquisa “Intersubjetividade e pluralidade: reflexão e sentimento na História” e participante do Núcleo de Estudos de Gênero (UFPR). Pesquisa no doutorado a trajetória de vida e profissional de historiadoras brasileiras (1935-1990). Bolsista Capes.

 

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Publicado

2018-08-13

Edição

Seção

Artigos