Crítica feminista à ciência: das “feministas biólogas” ao caso das “neurofeministas”

Autores

DOI:

https://doi.org/10.1590/%25x

Palavras-chave:

Feminism, Gênero, Ciência, Neurociência, Interdisciplinaridade

Resumo

Neste trabalho, reflito sobre a relação entre ciência, gênero e feminismo. Para isso, analiso as aproximações entre o importante grupo de pesquisadoras da área de gênero e ciência conhecidas como “feministas biólogas” e a rede internacional interdisciplinar de “neurocientistas feministas”, estabelecida em 2010, chamada NeuroGenderings. O objetivo da NeuroGenderings é trazer uma perspectiva feminista crítica aos estudos recentes sobre o cérebro, especialmente aqueles que buscam por diferenças entre homens e mulheres. As neurofeministas estão engajadas em produzir uma neurociência situada, assumidamente feminista, oferecendo, assim, relevante material analítico para se refletir acerca dos ideais de cientificidade em disputa na ideia de uma neurociência feminista.

Biografia do Autor

Marina Fisher Nucci, Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Graduada em Ciências Sociais (IFCS/ UFRJ), Mestre e Doutora em Saúde Coletiva (IMS/ UERJ).

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Publicado

2018-04-24

Edição

Seção

Artigos