A biopolítica do corpo feminino em estratégias contemporâneas de ativismo digital

Tarcisio Torres Silva

Resumo


Neste trabalho, observamos a utilização da imagem do corpo feminino como uma estratégia recorrente em ações ativistas em diferentes partes do mundo. Os elementos estéticopolíticos do corpo, historicamente utilizados pelas artes, tais como o nu, a dor, o erotismo e a identidade (ou o anonimato) são reconduzidos para um projeto de cultura ativa e participativa dentro das redes de comunicação digital. Nossa análise insere-se no campo da biopolítica e faz uso de três exemplos recentes: os autorretratos da egípcia Aliaa Magda Elmahdy e as ações dos coletivos Pussy Riot (Rússia) e Femen (Ucrânia)


Palavras-chave


Corpo Feminino; Biopolítica; Ativismo Digital; Pussy Riot; Femen

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Rev. Estud. Fem., ISSN 1806-9584, Florianópolis, Brasil.