Feminismos transcorpóreos e o espaço ético da natureza

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DOI:

https://doi.org/10.1590/%25x

Resumo

Postula-se, neste artigo, uma maior aproximação entre os estudos sobre o corpo,
mais exatamente o feminismo corpóreo, e o conhecimento ambiental na filosofia e nos estudos culturais. Devido à associação tradicional da natureza a posturas essencialistas, a importância da materialidade tem sido pouco explorada na teoria feminista. Com a utilização do conceito de transcorporalidade – o tempo e espaço em que a corporalidade humana é inseparável da “natureza” ou do “ambiente” – como lugar teórico ou espaço epistemológico, modos de análise mais ricos e mais complexos podem aproximar “os confusos territórios do material e do discursivo, do natural e do cultural, do biológico e do textual”.

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Publicado

2017-05-25

Edição

Seção

Debates