Políticas públicas de saúde da mulher: a integralidade em questão

Autores

  • Patricia Flores de Medeiros Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
  • Neuza Maria de Fátima Guareschi Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul

DOI:

https://doi.org/10.1590/S0104-026X2009000100003

Palavras-chave:

Integralidade, Mulher, Políticas Públicas de Saúde

Resumo

Neste artigo, buscamos analisar como a integralidade passa a ser utilizada como referente no campo da saúde da mulher a partir do proposto na atualidade pela Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher (PNAISM). Objetivamos problematizar o que tomamos como integralidade na efetividade dos cuidados em relação à saúde da mulher. Para isso, utilizamos um recorte no texto introdutório realizado pela Secretaria da Saúde do Rio Grande do Sul, em sua página na Internet, como um exercício para circunscrever essa questão. Esse recorte do texto é dividido em três partes, sendo cada uma delas discutida por um eixo de formulações para problematizar a integralidade: a mulher como sujeito da saúde; o Programa de Assistência Integral à Saúde da Mulher (PAISM) como a conformação de um determinado campo de saúde para mulheres; e a produção de conhecimento científico para o fazer no campo da saúde pública.

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Publicado

2009-01-01

Edição

Seção

Artigos