Políticas públicas de saúde da mulher: a integralidade em questão

Patricia Flores de Medeiros, Neuza Maria de Fátima Guareschi

Resumo


Neste artigo, buscamos analisar como a integralidade passa a ser utilizada como referente no campo da saúde da mulher a partir do proposto na atualidade pela Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher (PNAISM). Objetivamos problematizar o que tomamos como integralidade na efetividade dos cuidados em relação à saúde da mulher. Para isso, utilizamos um recorte no texto introdutório realizado pela Secretaria da Saúde do Rio Grande do Sul, em sua página na Internet, como um exercício para circunscrever essa questão. Esse recorte do texto é dividido em três partes, sendo cada uma delas discutida por um eixo de formulações para problematizar a integralidade: a mulher como sujeito da saúde; o Programa de Assistência Integral à Saúde da Mulher (PAISM) como a conformação de um determinado campo de saúde para mulheres; e a produção de conhecimento científico para o fazer no campo da saúde pública.


Palavras-chave


Integralidade; Mulher; Políticas Públicas de Saúde

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DOI: https://doi.org/10.1590/S0104-026X2009000100003

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Revista Estudos Feministas, ISSN 1806-9584, Florianópolis, Brasil.