Atores e conflitos sócio-ambientais na esfera jurídico-estatal de Florianópolis-SC

Autores

  • Agripa Faria Alexandre Mestrando em Sociologia Politica/UFSC

DOI:

https://doi.org/10.5007/%25x

Palavras-chave:

Conflitos sócioambientais, representações sociais da crise sócio-ambiental, políticas ambientais, Ministério Público

Resumo

Este artigo oferece um mapeamento e uma análise de alguns dos principais conflitos sócio-ambientais discutidos na esfera jurídico-estatal de Florianópolis, de 1990 até maio de 1998. 0 autor critica o papel do Ministério
Público em agir apenas visando controlar os níveis de poluição e defender
áreas de conservação sem se preocupar com uma coerente agenda capaz de exigir para a cidade novas opções de desenvolvimento para melhor confrontar os problemas da pobreza, do desemprego estrutural, das
doenças e da exclusão social. 0 estudo sugere que o enfoque de política
ambiental preventiva consubstanciado no conceito de ecodesenvolvimento
ainda não foi internalizado pelo Ministério Público.

Biografia do Autor

Agripa Faria Alexandre, Mestrando em Sociologia Politica/UFSC

Doutor em Ciências Humanas (UFSC, 2003). Professor Adjunto, lotado no Departamento de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Desde o Mestrado em Sociologia Política (UFSC, 2000), atua como professor e pesquisador e tem publicado livros, capítulos e artigos nas áreas referentes ao ambientalismo, teorias da democracia, epistemologia das ciências sociais e ambientais e educação. Entre suas publicações mais recentes estão os livros Metodologia Científica e Educação (Editora da UFSC, 2009) e Definições e Trajetórias das Práticas Ambientais no Brasil (Editora da UFSC, 2011, no prelo). Certificado pelo autor em 31/01/1

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Publicado

1999-01-01

Edição

Seção

Artigos