Leitura digital e linguagem cifrada dos internautas

Raquel Eloísa Eisenkraemer

Resumo


Vivemos numa era em que os meios de comunicação influenciam fortemente as pessoas, ditando regras e estabelecendo padrões. E com o advento da Internet houve a disseminação nos internautas de uma escrita particular e específica: o Internetês. Essa nova modalidade de expressão apresenta características do código escrito e oral, ou seja, é uma “escrita oralizada”, com larga escala de palavras cifradas, estrangeirismos, neologismos, siglas, abreviaturas, desenhos, ícones, símbolos, etc. O interessante é que essas letras têm um sentido, e decifrá-las não é uma tarefa fácil, principalmente para quem não tem muito conhecimento ou prática de Internet. Mas como (re)agir quando o Internetês bate à porta da sala de aula? Este artigo não objetiva defender ou rejeitar o uso do Internetês, pelo contrário, revelar os dois lados da moeda, contanto que sabemos que é complicado abolir o seu uso em sala de aula, uma vez que esse possa servir como um potencial para o desenvolvimento cognitivo dos sujeitos.

Palavras-chave


Internetês; Internet; Escrita; Leitura

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DOI: https://doi.org/10.5007/%25x



Direitos autorais 2008 Raquel Eloísa Eisenkraemer

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