A questão do silêncio na poesia de Max Martins

Thiago Melo Barbosa, Antônio Máximo Ferraz

Resumo


Privilegiando a interpretação (ou escuta) em detrimento da análise, e preocupando-se antes com o questionar do que com responder, o artigo propõe-se a um caminhar pela questão do silêncio, entendido como essência da linguagem, que acontece na poesia de Max Martins. Para tanto, busca o diálogo entre pensamento e poesia, e recorre, principalmente, às reflexões implementadas por Martin Heidegger acerca da linguagem, tendo em vista sua “hermenêutica poética”. Dentro de tal “travessia”, pelo seu caráter de abertura, inevitavelmente inúmeras outras questões aparecem tangenciando o tema principal, dentre as quais, vale destacar a discussão acerca do lugar da poesia, ou melhor, do poético, dentro de nossa sociedade marcada pela hegemonia da técnica — em outras palavras, pela construção técnico-científica do real.


Palavras-chave


Max Martins; Poesia; Silêncio; Hermenêutica

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DOI: https://doi.org/10.5007/1807-9288.2013v9n1p54



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