Sentir o sentido: a experiência do código nos “homeóstatos” de José-Alberto Marques

Manuel Portela

Resumo


Este breve ensaio analisa a série de poemas Homeóstatos de José-Alberto Marques como motores textuais. Ao tornar o código numa componente do texto, os Homeóstatos tipificam o poema experimental como uma investigação sobre a linguagem, a escrita e a leitura. A espacialização do texto na página é ativada de modo a produzir efeitos gerativos, combinatórios e ideogramáticos. Simultaneamente textos e instruções para gerar textos, os Homeóstatos constituem um exemplo de uma poética informacional que tira partido da dinâmica entre poema e sistema da língua para explorar os atos de escrita e leitura como processamento de sinais.


Palavras-chave


Homeóstatos; José-Alberto Marques; Poesia Experimental Portuguesa

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DOI: https://doi.org/10.5007/1807-9288.2016v12n1p69



Direitos autorais 2016 Manuel Portela

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