Ucronias do bem-viver

o artivismo na página “Feitiço Repente”, do Instagram

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5007/1807-9288.2020v16n2p6

Palavras-chave:

Artivismo. Pós-colonialidade. Temporalidade. Consumismo. Estética relacional.

Resumo

Análise da arte visual e performática na página do Instagram Feitiço Repente. Na perspectiva dos estudos pós-coloniais, discute a arte como resistência (artivismo) nos países periféricos propondo um olhar a respeito do fetichismo de consumo. Com ênfase na revisão bibliográfica acerca das perspectivas de Ramírez (2019) e Bourriaud (2009), entre outros, apresenta alternativas na linha da estética relacional e das ucronias no confronto com paradigmas capitalistas.

Biografia do Autor

Alessandra Paula Rech, Universidade de Caxias do Sul (UCS)

Professora dos cursos de Comunicação Social da Universidade de Caxias do Sul. Professora permanente do Mestrado em Letras e Cultura. Especialização em Epistemologias do Sul (Clacso) 2019 - 2020. Pós-doutorado em Cultura Contemporânea (UFRJ), em etapa final.

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Publicado

2020-12-22